Av.Brigadeiro Faria Lima, 201, Pinheiros - São Paulo - SP
Programação

 


AGOSTO

ARQUITETURA E URBANISMO NAS PERIFERIAS
AULAS PÚBLICAS

26 DE AGOSTO

As aulas públicas fazem parte da programação do 4° Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel. Arquitetos renomados são convidados a apresentar obras de destaque, de sua autoria, na periferia de São Paulo.

26 de agosto - sábado - das 9h às 14h
Casa Vila Matilde
Arquiteto Pedro Tuma
INSCRIÇÕES ENCERRADAS

*as aulas públicas são gratuitas
** será fornecido transporte gratuito saindo do Instituto Tomie Ohtake



ENSEMBLE OCAM

20 DE AGOSTO ÀS 17H

Integrado por músicos da  OCAM - Orquestra de Câmara da Escola de Comunicações e Artes da USP,  o Ensemble OCAM surgiu da vontade de pesquisar e estudar o repertório voltado para a música de câmara.

Formado em 2013, o grupo, que se organiza em diferentes formações, já realizou vários recitais em inúmeros teatros de São Paulo, sempre com sucesso de público e crítica.

Neste concerto inédito, o Ensemble OCAM será integrado, pela primeira vez, somente por mulheres instrumentistas, estabelecendo um diálogo direto    com a exposição “Invenções da Mulher Moderna – para além de Anita e Tarsila”, que coloca em destaque a produção e a trajetória de diversas artistas brasileiras.

Para a construção do repertório, três compositoras de renome na música brasileira, popular e contemporânea, mostram como as mulheres ocupam de maneira criativa, complexa, sublime e profunda, todos os territórios do saber e do sentir.

Programa

PATRÍCIA LOPES - Jardim das flores (2017)- 3:25’ | Hortência (2017)- 4:40 | No ar da noite (2017)- 6:40’

"Jardim das flores", “Hortência” e “No ar da noite”, compostas por Patrícia Lopes especialmente para esta apresentação, mostram  como o universo feminino é percebido na  interpretação pessoal da autora, que tem  se dedicado a essa temática em seus trabalhos mais recentes.

 

LÉA FREIRE - A coisa ficou russa (2013) – 5’
“A Coisa Ficou Russa”, de Léa Freire, lançada no CD “Brasiliana” do Quinteto Vento em Madeira”, do qual faz parte, foi inspirada em um vídeo onde a Orquestra Simon Bolívar, da Venezuela, integrada por jovens que participam do projeto El Sistema, interpretava uma peça do compositor russo Shostakovich. Impressionada com a maneira como eles tocavam, Léa compôs uma música que começa com acordes tensos, e  que envereda por ritmos como a marcha- rancho e o frevo,  terminando, como ela própria diz, “mezzo frevo, mezzo russa”. Nesta apresentação, o arranjo foi escrito por Léa especialmente para as mulheres da OCAM.


VALÉRIA BONAFÉ - TRAJETÓRIAS: Eu estou no Instituto Tomie Ohtake fazendo uma trajetória pessoal de escuta (2015) – 30’

“Eu estou no Instituto Tomie Ohtake fazendo uma trajetória pessoal de escuta”, de Valéria Bonafé, integra a série Trajetórias*, que lida especialmente com a questão da escuta e do espaço, tendo como tema central a ideia de fragmentação. O trabalho se localiza numa zona híbrida entre composição, improvisação e instalação, dialogando especialmente com a ideia de sítio-especificidade. Com 30 minutos de duração, Trajetórias foi projetada para ser realizada em espaços abertos ou fechados que favoreçam a circulação do público participante. Tendo estreado no Central Park, em Nova Iorque (EUA), agora é apresentada pela primeira vez no Brasil, no Instituto Tomie Ohtake. Para a realização de Trajetórias, o ensemble deve definir uma proposta de ocupação espacial e sonora particular para o local escolhido, de modo que o conjunto não possa ser escutado em sua totalidade a partir de um único ponto. O público participante é convidado a se deslocar livremente por esse espaço numa espécie de caminhada sonora não guiada, na qual percursos singulares de escuta podem ser vivenciadas. A partitura de Trajetórias também responde a esta abordagem espacial e se constitui efetivamente como um mapa a partir do qual cada performer pode navegar com certa liberdade e traçar seus percursos individuais. Ao impor às/aos performers e ao público participante a impossibilidade de uma apreensão total do espaço sonoro, a peça problematiza o ideal de uma escuta onisciente: é preciso aceitar que algo se escuta, mas muito se perde. A escuta é uma experiência necessariamente marcada por um acentuado grau de individuação. Este trabalho propõe, assim, um jogo permanente entre totalidade e fragmentação, pertencimento e isolamento, foco e desfoco, concentração e dispersão.

* Trabalho comissionado pela Americas Society – EUA.

* Valéria Bonafé e Alessandra Bochio, partituras


GRATUITO



CURSO PARA EDUCADORES

26 DE AGOSTO DAS 9H ÀS 13H

No dia 26 de agosto das 9h às 13 o Instituto Tomie Ohtake oferece um curso para educadores - ARTE PARA (COM) CRIANÇAS PEQUENAS - EXPERIÊNCIAS DO NO COLO.

Dirigido a profissionais que atuam com bebês de 0 a 18 meses e primeira infância, o curso ministrado por Diana Tubenchlak propõe reflexões e práticas utilizando recursos apropriados para que bebês e crianças pequenas tenham experimentações com a arte.

26 de agosto das 9h às 13h
Gratuito
Inscrições a partir do dia 21 de agosto

 


MÚSICA E POESIA COM O NÚCLEO BARTOLOMEU DE DEPOIMENTOS 

26 DE AGOSTO ÀS 16H

Como parte de projeto TEMPORAIS – artes em performance, o Instituto Tomie Ohtake realiza no dia 26 de agosto duas atividades gratuitas com o coletivo Núcleo Bartolomeu de Depoimentos.


PROGRAMAÇÃO


16h – Disco aula “Uma viagem musical através do Hip-Hop”, com o DJ Eugênio Lima.

Por meio de uma discotecagem comentada e crítica, Dj Eugênio Lima irá trazer um panorama de produção do Hip-Hop e suas adjacências e influências.

 

18h - ZAP! SLAM Zona Autônoma da Palavra, o primeiro poetry slam ("batalha de poesias") brasileiro.

O encontro será apresentado pela atriz e poeta Roberta Estrela D’Alva e acompanhado pela música do DJ Eugênio Lima, e será dividido em duas partes: no microfone aberto (com 1h de duração), o público será convidado a declamar, ler ou, até mesmo, cantar uma poesia autoral ou de terceiros de forma espontânea. A segunda parte será o SLAM (“campeonato de poesia”) que terá 1h de duração e dividido em três rodadas, com a participação de diversos poetas.

As regras do SLAM:

• Poemas devem ser próprios;

• Duração máxima de 3 minutos;

• Sem acompanhamento musical, figurinos ou acessórios;

•As inscrições serão feitas na hora e qualquer pessoa pode participar.

Durante as apresentações dos poetas, um júri formado pelo público irá escolher o melhor slamer da edição. No final do ano, os poetas vencedores de cada edição concorrem ao prêmio de poeta do ano.

 

Evento gratuito.

Saiba mais aqui >> http://zapslam.blogspot.com.br/search/label/noticias



SETEMBRO

 


CINE FACHADA

1,2,3 DE SETEMBRO ÀS 19H30

Exibição na fachada do Instituto Tomie Ohtake de filmes que ampliam o debate sobre a arquitetura e o urbanismo nas periferias de diferentes cidades do Brasil.


1 setembro - sexta-feira - 19h30
Bye, Bye Brasil - Cacá Diegues 
(1979, 105 min) 
Classificação 16 anos
O filme narra a trajetória da Caravana Rolidei, que percorre o interior do país realizando espetáculos e shows para a população mais pobre que não tem acesso a televisão. Num primeiro momento, a caravana percorre o Sertão Nordestino, para, num segundo momento do filme, se embrenhar no interior do Pará, em busca de riqueza e prosperidade.

 

2 setembro - sábado - 19h30
O Som ao Redor - Kleber Mendonça Filho 
(2013, 130 min) 
Classificação 16 anos
A vida numa rua de classe-média na zona sul do Recife toma um rumo inesperado após a chegada de uma milícia que oferece a paz de espírito da segurança particular. Enquanto isso, Bia, casada e mãe de duas crianças, precisa achar uma maneira de lidar com os latidos constantes do cão de seu vizinho. Uma crônica brasileira, uma reflexão sobre história, violência e barulho.

 

3 setembro - domingo - 19h30
Branco sai, preto fica - Adirley Queirós 
(2014, 93 min) 
Classificação 12 anos
Dois sobreviventes de um tiroteio policial ocorrido em um baile de black music, buscam maneiras de falar sobre o passado. Ao mesmo tempo, um viajante vindo do futuro recolhe dados sobre o caso para mover uma ação contra o Estado. O cenário da trama é a cidade de Ceilândia, maior periferia de Brasília.

*sujeito a lotação de 150 lugares

**em caso de chuva o evento será cancelado