Os 19 trabalhos selecionados entre os 371 enviados por jovens de todo o Brasil para concorrer à primeira edição do Prêmio Energias na Arte ganham exposição no Instituto Tomie Ohtake, quando os três finalistas serão anunciados. O Prêmio Energias na Arte é uma parceria entre o Instituto EDP (ligado à empresa do Grupo EDP Energias do Brasil) e o Instituto Tomie Ohtake, que retoma assim seu programa dedicado a estimular a produção contemporânea entre o público universitário.
A comissão julgadora foi composta por João Pinharanda, critico português, pela diretora do setor educativo do Instituto Tomie Ohtake Stela Barbieri, por Eduardo Brandão, sócio/diretor da Galeria Vermelho, pelo artista Rubens Espírito Santo, pela artista Chiara Banfi – vencedora do Prêmio realizado em 2004, e presidida por Agnaldo Farias, curador e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, por ocasião da seleção final ocorrida no dia 6 de maio de 2009. Segundo o júri, as obras escolhidas se destacaram pela diversidade e originalidade, critérios que melhor encampam o escopo do Prêmio, voltado ao incentivo da arte emergente do nosso país.
Os três finalistas receberão o acompanhamento de sua produção por críticos durante um ano. O primeiro colocado terá direito a residência de três meses em uma renomada instituição internacional; o segundo colocado ganha uma bolsa de estudos com duração de 15 dias também em uma renomada instituição internacional. Já o terceiro vencedor ganha dois cursos no Instituto Tomie Ohtake.
O Instituto EDP é uma instituição sem fins lucrativos responsável pelo desenvolvimento e coordenação das ações ambientais e sócio-culturais da EDP Energias do Brasil e suas controladas. A EDP Energias do Brasil, controlada pela EDP Energias de Portugal, é a holding que consolida ativos de energia elétrica nas áreas de geração (EDP-Enernova, EDP-Energest, EDP-Lajeado e Enerpeixe), comercialização (EDP-Enertrade) e distribuição (Bandeirante, Escelsa e Enersul).
O Instituto Tomie Ohtake, inaugurado em 2001, em São Paulo, é referência na América Latina por seu espaço diferenciado para exposições e por sua forte atuação no campo das artes no Brasil e no exterior. Suas exposições já conquistaram vários prêmios, entre os quais: ABCA – Associação Brasileira dos Críticos de Arte, como a
melhor do Brasil de 2004; APCA – Associação Paulista
dos Críticos de Arte, como melhor exposição de 2007; ABCA – Associação Brasileira dos Críticos de Arte pelo conjunto da programação, em 2007; APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte melhor iniciativa cultural pela programação, em 2008.