Em sua segunda edição, o Prêmio EDP nas Artes, parceria entre o Grupo EDP e o Instituto Tomie Ohtake, apresenta os trabalhos dos 18 selecionados entre os 267 jovens artistas plásticos inscritos, provenientes de 12 Estados brasileiros. Os três vencedores, que serão anunciados na abertura da mostra (dia 5 de agosto,
às 20h), estão entre os finalistas: Guilherme Peters, Theo Craveiro, Bernardo Glogowski, Gustavo Ferro,
Apfelmi, Flora Assumpção, Clara Ianni, Flora Leite,
Pedro Silva
e Daniel de Paula, de São Paulo; Daniela Seixas, Danilo Ribeiro e Leandra Espírito Santo, do Rio
de Janeiro; Lucas Dupin e Raquel Versieux, de Minas Gerais; Tiago Romagnani, de Santa Catarina; Mirieli
Costa
, do Rio Grande do Sul; e Iris Helena, da Paraíba.
O júri foi composto por Agnaldo Farias (coordenador do júri, crítico de arte, professor doutor de História da Arte da FAUUSP, curador do Instituto Tomie Ohtake
e da 29ª Bienal Internacional de São Paulo); Stela Barbieri (diretora da Ação Educativa do Instituto Tomie Ohtake e artista plástica); Ana Paula Oliveira (artista plástica); Carla Chaim (artista plástica vencedora da edição anterior desta premiação, em 2009); André Millan (diretor da Galeria Millan); Jacopo Crivelli Visconti (curador); e Fernanda Albuquerque  (pesquisadora em artes visuais e curadora).
“O volume de propostas recebidas para o
processo de seleção da segunda edição do Prêmio EDP confirma uma tendência mundial no âmbito das artes plásticas contemporânea: não há mais predominância desse ou aquele suporte, desse ou aquele modo
de construção do espaço, da imagem fixa ou em movimento, de investigação dos modos de elaborar narrativas ou lançar-se diretamente no corpo a corpo do signo”, comenta Agnaldo Farias.
Segundo o crítico, o prêmio aponta que pinturas e esculturas convivem com objetos, performances, vídeos, fotografias, entre outros trabalhos de difícil classificação, situados em áreas intersticiais ou de sobreposição entre territórios distintos, sejam eles artísticos ou científicos. “Sintonizados com o que vem acontecendo no mundo, jovens de todos os quadrantes do Brasil, o imenso e fértil universo coberto pelo
Prêmio EDP, demonstram o motivo pelo qual as
artes plásticas, na medida em que se converteu num campo de experimentação desenfreado, fenômeno
que principiou há poucas décadas, vive um momento fulgurante”, completa.
Os três vencedores terão sua produção
acompanhada por críticos durante um ano,
além do prêmio desenhado pelo artista Artur Lescher. Caberá ainda ao primeiro colocado
uma bolsa de dois meses no The Banff Centre, no Canadá, ao segundo uma viagem ao exterior, pelo programa Dynamics Encounters, e ao terceiro cursos no Instituto Tomie Ohtake. O professor indicado pelo vencedor também receberá uma viagem ao exterior pelo programa Dynamics Encounters.
Na edição anterior, em 2009, as três ganhadoras foram Carla Chaim (1º), Ana Luísa Flores (2º) e
Ana Elisa Egreja (3º). A vencedora Carla Chaim ressalta o avanço que o Prêmio EDP nas Artes proporcionou à sua carreia. “Sempre trabalhei
muito, mas depois desta conquista deixei de ser invisível e minha obra pôde ser conhecida por curadores, galeristas e pelo público”. Entre as vantagens, a artista destaca ainda a sua participação em várias mostras neste ano. “Em Portugal, onde
o prêmio já é bem consolidado, fiz duas exposições em galerias e as pessoas queriam saber quem era a ganhadora do prêmio aqui no Brasil”, comenta Carla.
O prêmio replica a experiência do grupo
mundial EDP que, por meio da sua Fundação,
em Lisboa, realiza uma premiação semelhante
há oito anos para desenvolver talentos nas artes plásticas. “A primeira versão nos mostrou que há jovens com grande potencial, mas sem
oportunidades para deslanchar neste mercado. Esta premiação é apenas a porta de entrada para estes talentos ingressarem neste universo", afirma António Pita de Abreu, presidente da EDP no Brasil.
Sobre o Instituto EDP – Instituição sem fins lucrativos responsável pelo desenvolvimento e coordenação das ações ambientais e
sócio-culturais da EDP e suas controladas.
Sobre a EDP Energias do Brasil – EDP
Energias do Brasil, que adota a marca EDP,
é a holding que consolida ativos de energia elétrica nas áreas de geração, comercialização e distribuição (EDP Bandeirante e EDP Escelsa).
É controlada pela EDP Energias de Portugal.
Sobre o Instituto Tomie Ohtake – O Instituto
Tomie Ohtake, inaugurado em 2001, em São Paulo, é referência na América Latina por seu espaço diferenciado para exposições e por sua forte atuação no campo das artes no Brasil e no exterior. Suas exposições já conquistaram vários prêmios, entre
os quais: ABCA – Associação Brasileira dos Críticos
de Arte, como a melhor do Brasil de 2004; APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte, como melhor exposição de 2007; ABCA – Associação Brasileira dos Críticos de Arte pelo conjunto da programação, em 2007; APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte melhor iniciativa cultural pela programação, em 2008; APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte melhor exposição obra  gráfica e indicação Prêmio Bravo melhor programação cultural, em 2009.
EXPOSIÇÃO
6 agosto a 5 setembro 2009
Terça a domingo,
das 11 às 20 horas   
Entrada gratuita
AÇÃO EDUCATIVA
Agendamento das 9 às 18 horas de visitas orientadas
com atividades educativas para grupos previamente marcados. Cursos de pintura, escultura, desenho, vídeo, teoria da arte, música, literatura, filosofia e curso para professores da rede pública e privada sobre ensino da arte. Telefone 11 2245 1937
FLYER
Distribuição gratuita aos visitantes da exposição