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Notas
1. Miguel Chaia é professor do Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais (Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política) e da Faculdade de Ciências Sociais – PUC-SP e editor da revista São Paulo em Perspectiva, da Fundação Seade.
* Nietsche, F. A Book for Free Spirits, capítulo 4, tradução de Helen Zimmern, 1913, online.
2. Em Tomie o universo pictórico não é estático, mas pulsante em decorrência de dois tipos de movimentos presentes na sua obra. Um lento e silencioso, que nasce da comparação das obras entre si, outro perceptível no interior de cada obra. Ver análise detalhada a esse respeito em Chaia, 1982.
3. Mário Pedrosa (1961) escreveu que na pintura de Tomie “... há uma distância, freqüentemente não vencida entre a personalidade que se antecipa à obra e esta, que não consegue amoldar-se ou obedecer aos ditames imponderáveis daquela. Nota-se, na sua pintura, o permanente e patético esforço por alcançar os padrões espirituais colocados pela personalidade”.
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