50 A 70: TRAJETÓRIAS DA ARTE E CULTURA BRASILEIRAS
Organização: Priscyla Gomes


Organização: Priscyla Gomes [Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake]

Com Amanda Carneiro, Diego Mauro, Felipe Kaizer, João Marcos Copertino, Luise Malmaceda, Luana Fortes, Pedro Amorim Filho, Priscyla Gomes, Talita Trizoli e Theo Monteiro

 

O curso propõe uma imersão nos principais movimentos culturais brasileiros de três décadas-chaves para a história do país. Contemplando artes visuais, poesia, música, arquitetura, cinema, fotografia e design, o panorama se inicia com as diversas frentes do projeto de modernização nacional, nos anos 1950, e lança-se aos efervescentes anos 1970. Serão discutidos, entre outros temas, as primeiras bienais de São Paulo, a construção de Brasília, a poesia concreta, a arte afro-brasileira, a música popular e a tropicália, o cinema novo, as principais produções televisivas e a representação das mulheres nas artes desse período.

As aulas serão ministradas por curadores que integraram o Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake e por professores, curadores e pesquisadores convidados.

  

15 março a 28 junho

Segundas-feiras, 19h às 21h

Valor: 4 parcelas de R$380,00


inscreva-se

Amanda Carneiro é graduada em ciências sociais e mestra em história social, ambos pela Universidade de São Paulo (USP). Foi bolsista da Fundação Cultural Prussiana no Museu Etnológico de Berlim. Participou do BBX - Crit Sessions, da 10ª Bienal de Berlim (2018), na Alemanha e do Tate Intensive (2019), da Tate Modern, em Londres. Atualmente é editora colaboradora na revista Afterall e curadora assistente no MASP.

Diego Mauro é curador independente, ficcionista, mestre em arquitetura e urbanismo pela Universidade de São Paulo (USP) e graduado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Felipe Kaizer é designer gráfico graduado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e pós-graduado pelo Centro Universitário Maria Antônia. É também doutor em História e Teoria do Design na Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI/UERJ).

João Marcos Copertino é doutorando em Línguas e literatura românica pela Harvard University. Bacharel em história (USP) e mestre em narrativas culturais pelo consórcio "crossways in cultural humanities" (Universidade Nova de Lisboa, University of Sheffield, Université de Perpignan via Domitia).

Luana Fortes é jornalista, curadora e professora, bacharela em Artes Visuais pela Faap e formada em Comunicação Social: Jornalismo pela Cásper Líbero. Foi redatora-chefe da revista seLecT, produtora da 1ª, 2ª e 3ª edições do Prêmio e Seminário seLecT de Arte e Educação e integrante do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake. Atualmente integra o Núcleo Interdisciplinar de Professores da Faap, na área de Artes e Engenharia.

Luise Malmaceda é doutoranda em Culturas Latino-americanas e Ibéricas pela Columbia University. Graduada em Artes Visuais (UFRGS), é especialista em História da Arte (FAAP) e mestra em Estética e História da Arte (USP). Entre 2016 e 2020, foi curadora assistente e curadora associada do Instituto Tomie Ohtake.

Pedro Filho Amorim é compositor, artista intermídia e educador. Doutor em composição musical pela UFBA. Colabora com artistas em projetos que envolvem música e artes expandidas. Professor do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas da Universidade Federal de Recôncavo Baiano (CECULT – UFRB). Coordena o projeto de pesquisa interdisciplinar “Ritmos Humanos e Mundanos”.

Priscyla Gomes é curadora associada do Instituto Tomie Ohtake. Arquiteta, urbanista e pesquisadora, é formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Mestra em Teoria e Estética das Artes pela mesma universidade. Atualmente, cursa seu doutorado em Estética, Historiografia e Crítica (USP). Ministrou cursos no Museu de Arte de São Paulo (MASP), no Museu da Casa Brasileira (MCB), no Instituto Tomie Ohtake e no Instituto Adelina. É membro do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake desde 2013.

Talita Trizoli é pós-doutoranda do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo e investiga crítica de arte por mulheres no Brasil. É doutora em educação e mestra em Estética e História da Arte, com pesquisa na área de arte e feminismo no Brasil, com ênfase nas décadas de 1960 e 1970. É coordenadora do grupo de estudos Vozes Agudas, do Ateliê 397 e do Prêmio Vozes Agudas para mulheres artistas.

Theo Monteiro é curador independente, historiador e mestrando em História da Arte pela Universidade de São Paulo.