Grupo de estudos com Galciani Neves e Vitor Cesar

As notícias sobre o novo coronavírus percorreram o mundo quase tão rapidamente quanto o surto epidêmico da doença. Somos inundadas e inundados por dados científicos, informações imprecisas, não confirmadas e até deliberadamente falsas que disseminam, em proporções mundiais, inquietação e insegurança e seguem afetando o combate à COVID-19. A superabundância e superexposição de informações criaram o que a Organização Mundial de Saúde (OMS) nomeou de “infodemia”. O bombardeamento de notícias vem gerando ansiedades e incertezas acerca do futuro mais imediato e lançando questões que a produção artística também enfrenta. Como nosso corpo reage a essa enxurrada de informações? Esse atordoamento também produz conteúdos, reações e experiências capazes de abrir brechas à imaginação política, poética e ética? Diante de quais urgências as práticas artísticas se colocam? O grupo de estudos propõe exercícios e discussões sobre o contexto distópico atual, buscando promover um ambiente que estimule articulações poéticas processuais, práticas e experimentações dos participantes, enfatizando as condições de subsistência na era da pós-verdade.

Período 31 de agosto a 9 de novembro

Duração: 
8 encontros

Segundas-feiras, 16h às 18h + 1 hora de conversa de ignição ao longo da semana

Valor: 2 parcelas de R$ 250,00

25 vagas distribuídas através de carta de intenções recebidas até dia 20 de agosto e o resultado será divulgado no dia 24.

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GALCIANI NEVES é curadora-chefe do Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia (MuBE) e professora da FAAP e da Universidade Federal do Ceará (UFC). Tem mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. É autora do livro “Exercícios críticos: gestos e procedimentos de invenção” (Educ–SP e Fapesp, 2016). 

VITOR CESAR é artista e trabalha com projetos gráficos. Estudou Arquitetura e Urbanismo na UFC e realizou mestrado em Poéticas Visuais na ECA-USP. Participou da 8ª Bienal do Mercosul e do Panorama da Arte Brasileira no MAM-SP.