Podcast Amplitudes

Amplitudes é um podcast produzido pelo Núcleo de Cultura Participação do Instituto Tomie Ohtake que discute temas relevantes da educação, da cultura e das artes nacionais, ampliando o alcance dos debates que acontecem dentro do nosso espaço. Toda primeira segunda-feira de cada mês, o educador Pedro Costa entrevista artistas, educadores e profissionais da cultura convidados a apresentar suas ideias, pesquisas e inquietações para o público.

 

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LISTA DE EPISÓDIOS:

Episódio 1: Como vejo meus sonhos nos seus olhos?
com Fabio Morais e Virgínia de Medeiros

setembro/2019

No primeiro episódio do podcast Amplitudes, os educadores Pedro Costa e Júlia Cavazzini entrevistaram os artistas Fabio Morais e Virgínia de Medeiros, também professores da Escola Entrópica do Instituto Tomie Ohtake, sobre a relação entre arte e alteridade. O lugar da alteridade é um tema constante em suas obras, seja quando Fabio edita um livro que contém apenas as anotações de estranhos coletadas de outros livros, ou quando Virgínia elabora vídeos biográficos das mulheres que participam da Ocupação 9 de julho, por exemplo. A relação com o outro, os limites dessas relações e a transformação desses materiais em obras de arte são questões que foram abordadas durante essa conversa.




 


Episódio 2: O que é acessibilidade? 
com Cláudio Rubino, coordenador de acessibilidade do Instituto Tomie Ohtake

outubro/2019

Nesse episódio o educador Pedro Costa entrevista Cláudio Rubino, Coordenador do Programa de Acessibilidade do Instituto Tomie Ohtake, sobre acessibilidade nos museus e fora deles. Durante a conversa, Cláudio faz uma avaliação acerca do lugar das pessoas com deficiência em diversas sociedades e momentos históricos. Traz também dados relevantes sobre a situação das pessoas com deficiência no Brasil, em que as dificuldades relacionadas às deficiências se intensificam com a desigualdade e com os graves problemas sociais que o país enfrenta. Por fim, Cláudio explica como a área da acessibilidade migrou do debate da inclusão para o debate da participação, respondendo aos diversos tipos de exclusão produzidos pela sociedade contemporânea.








Episódio 3: Como os corpos negros ocupam instituições culturais brasileiras hoje? 

com as educadoras Luciara Ribeiro e Jordana Braz

novembro/2019

O que significa falar de experiências negras em instituições culturais? Neste episódio do podcast Amplitudes, os educadores Pedro Costa e Júlia Cavazzini entrevistam as educadoras e pesquisadoras Jordana Braz e Luciara Ribeiro, criadoras do projeto Experiências Negras, que acontece desde 2018 como parte dos programas do Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake.

O Experiências Negras busca colocar em evidência o protagonismo de profissionais negros e negras de diversas áreas dos espaços culturais da cidade, por meio de encontros e debates, uma publicação digital e uma websérie que refletem sobre as questões raciais e o papel das instituições em promover transformações estruturais nos seus programas e quadros de colaboradores, entre outros esforços para mudar a desigualdade histórica pautada pela distinção de raça no Brasil.

Na entrevista, Jordana e Luciara contam um pouco da história desse projeto e sobre como a união de profissionais negros está contribuindo para fortalecer e aprofundar os debates raciais nas instituições culturais. 








Episódio 4: 
O que são territórios educativos? 

com as educadoras Bel dos Santos Mayer e Beatriz Goulart

dezembro/2019

  

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Pedro Costa é mestrando em Filosofia pela Universidade de São Paulo com pesquisa em arte contemporânea e políticas de identidade no Brasil. Membro do Grupo de Estudos em Estética e Crítica de Arte da USP desde 2012. Atua como arte-educador desde 2010 e trabalha como educador no Instituto Tomie Ohtake desde março de 2015 onde coordenou a série de seminários "Conversas em Fluxo" entre 2016 e 2018. Atualmente produz o podcast Amplitudes pelo Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake.


Julia Cavazzini Cunha é artista e arte educadora. Integrou exposições coletivas em diferentes instituições como Praça das Artes e Espaço Breu. Fez parte do projeto de performances curado por Cauê Alves e Juliana de Moraes na Sp-arte (2015).  Participou de residências nacionais e internacionais com os projetos Comunitaria e Curatoria Forense. Foi convidada a fazer o texto de curadoria das exposição “Permissões - Ruídos Poéticos” (2015) e “Anatomia do Ego” (2015) no Centro Universitário Belas Artes. Atuou no setor educativo como educadora no Centro Cultural Pivô na exposição "Da Próxima Vez Eu Fazia Tudo Diferente" (2012) e na Fundação Bienal de São Paulo nas exposições 30x Bienal (2013), 31ª Bienal (2014) e 32ª Bienal (2016). Atualmente integra o núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake desenvolvendo o Grupo de Estudos Espaço Ativo.