Atividades On-line

O Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake oferece uma ampla programação gratuita para grupos de escolas das redes pública e privada, ONGs e demais instituições de ensino formal e não formal de todo o país.


Conversas on-line sobre as exposições

Apresentação e diálogo sobre as mostras em cartaz no Instituto Tomie Ohtake.

Indicadas para maiores de 15 anos em grupos de até 20 pessoas, com duração média de 1 hora.

Horários: terças e quintas, 10h e 14h, realizadas pela plataforma Zoom.



Informações pelo e-mail: participacao@institutotomieohtake.org.br

Confira as exposições:

Luiz Braga: Máscara, espelho e escudo

A exposição reúne pela primeira vez um conjunto de retratos em cores feitos por Luiz Braga nas últimas quatro décadas. Nascido em Belém do Pará, suas incursões adentram casarios ribeirinhos pouco visitados pela classe média paraense, até a ilha de Marajó, que fica a 90 km da capital. Nesta periferia belenense, Braga cria uma forma própria de colorir, distinta do restante de cidade, e dessa percepção também se sobressaíram as nuances de uma sabedoria e estética popular muitas vezes negligenciadas. 



Pierre Verger - Percursos e Memórias

A exposição é a primeira a apresentar Pierre Verger como fotógrafo, pesquisador, etnógrafo e líder religioso. Pierre Verger aprendeu o ofício da fotografia aos 30 anos e, ao longo da carreira, a dedicação e minúcia no conhecimento de povos e culturas que lhe interessavam foi tamanha que se alçou à condição de antropólogo e etnógrafo. A mostra propõe-se a contar as diferentes viagens de Verger, para narrar como o artista tornou-se pioneiro em muitas de suas abordagens sobre fotografia, no registro e investigação dos locais aos quais visitava e na sua forma de estabelecer diálogo com as diferentes populações. 



ARTE ATUAL - Somos aquelas que permeiam o abismo em busca das frestas

A 9ª edição do Programa Arte Atual faz alusão a um dos trechos do poema “Espreita” da artista visual Ana Lira. O poema aglutina pautas comuns que permeiam os trabalhos dessas artistas, bastante vinculadas com a escrita e a produção poética, e que exploram nas suas articulações, a fotografia, a pintura, os conceitos de vivência e coletividade, a afetividade, a memória e o legado colonial. Por intermédio de seus trabalhos, Ana Lira, Helen Salomão e Laís Amaral abrem frestas pulsantes e contundentes para novas perspectivas decoloniais da prática artística, destaca a curadora Priscyla Gomes.



Di Cavalcanti, Muralista

A exposição busca enfatizar a produção de murais e painéis de Di Cavalcanti (1897, RJ – 1976, RJ), dedicada à gente brasileira, como toda a sua obra. A brasilidade moderna de Di Cavalcanti está impressa nos 23 trabalhos dispostos em ordem cronológica “de 1925 a 1950” e “de 1950 a 1976”, nos quais pode-se perceber como vai sendo construída a sua figuração, as estratégias no implante das composições, as elaborações formais da sua plástica para essa arte.



Os Sons dos Sins

A sala especial dedicada à Tomie com mostras de longa duração, traz novo recorte de sua produção, desta vez acompanhado de composição musical. O curador Paulo Miyada concebeu Tomie Ohtake - Os Sons dos Sins, a partir de um gênero chamado jisei, poema que reconhece a transitoriedade da vida e acolhe a inevitabilidade da morte; associado à sabedoria zen budista, evoca silêncio e transformação.



Experimentações dentro de casa

Além das atividades ligadas às exposições, oferecemos também para grupos experimentações artísticas, culturais, sensoriais e arquitetônicas a partir de elementos que podem ser encontrados na sua própria casa. Parte delas, elaboradas em parceria com o Museu Astrup Fearnley, com apoio da Embaixada Real da Noruega em Brasília. 

Indicada para maiores de 12 anos em grupos de 6 a 20 participantes.

Horários: terças e quintas, 10h e 14h, realizadas pela plataforma Zoom.



Informações pelo e-mail: participacao@institutotomieohtake.org.br


Confira as atividades abaixo e inscreva seu grupo:

Materialidades afetivas

Refletindo e notando o cotidiano ao seu redor, Maxwell Alexandre, na mostra Pardo é Papel, utiliza materiais corriqueiros que fazem parte da sua história de vida em suas composições, como a graxa usada por ele no exército ou o creme de cabelo de sua mãe, nas quais forma e conteúdo estão intimamente relacionados. Com base em sua produção, a atividade convida o público à experimentação artística a partir de materiais que guardem suas memórias e afetos.

Duração média de 2 horas.



Design de Improviso

O design está presente na concepção e criação de quase tudo o que conhecemos, desde objetos do nosso cotidiano até a identidade visual das marcas. Às vezes, quase sem perceber inventamos saídas para os mais variados problemas partindo das nossas próprias criações. É isso que vamos fazer em Design de Improviso: com os objetos que temos em casa, os(as) participantes serão convidados(as) a ressignificá-los para responder a algumas das questões levantadas pelos projetos selecionados do 3º Prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin e, assim, rever e repensar, por meio de novos pontos de vista, soluções para questões cotidianas.

Duração média de 2 horas.



Corpo e Arquitetura

Diante deste novo cenário, estamos ficando mais tempo em casa. Como você tem se percebido nos espaços? Como seu corpo se relaciona com os locais que frequenta? Estas e outras provocações são disparadoras para esta atividade que busca, por meio de ações que dialogam com a arquitetura, com a memória e com o agora, conscientizar o corpo e a mente em relação aos ambientes que nos rodeiam.

Duração média de 2 horas.




Nos Vestígios da Casa

Escritores(as) e cineastas conhecem a importância de casas e edifícios para a criação de bons roteiros, isso porque a arquitetura ajuda a compor o “clima” de filmes, romances e peças de teatro. Iremos investigar nossas casas, como lugares de histórias fantásticas e misteriosas. Para isso, você utilizará seus dotes investigativos, como um(a) verdadeiro(a) detetive em busca de pistas misteriosas e inusitadas. 

A atividade inclui 2 encontros on-line, de 2 horas cada, e um momento de criação off-line.




Polifonia

Quantas são as formas possíveis de se relacionar com a arte? Nesta atividade convidamos o público a explorar os sentimentos, músicas e movimentos que obras de arte podem despertar. A partir da troca de experiências, descobriremos múltiplas possibilidades de nos conectar com os trabalhos artísticos.

Duração média de 2 horas.



(Re)vivendo Culturas

Nesta proposta os(as) participantes são convidados(as) a investigarem as culturas com as quais convivem no cotidiano, mas que passam despercebidas. Partindo da observação e da pesquisa de objetos, serão propostos exercícios de desenho que auxiliem no entendimento plástico dos mesmos. Em seguida, a partir da colagem, eles serão reconstruídos sob uma nova ótica: a sua.

A atividade inclui 2 encontros on-line, de 2 horas cada, e um momento de criação off-line.



Para saber mais entre em contato pelo e-mail:  participacao@institutotomieohtake.org.br

ou telefone/WhatsApp  011 93483 9628