PRÊMIO ARTES TOMIE OHTAKE   EDIÇÃO MULHERES


Inscrições prorrogadas para o 8º PRÊMIO ARTES TOMIE OHTAKE - EDIÇÃO MULHERES


Realizado desde 2009, o prêmio promove em 2022 uma edição especial voltada exclusivamente a artistas mulheres, buscando reconhecer trajetórias e potencialidades, respondendo à falta de visibilidade historicamente conferida a essas produções.

Podem se inscrever mulheres a partir dos 18 anos, autoidentificadas socialmente como cis ou trans, desde que sejam brasileiras ou estrangeiras residentes no Brasil há pelo menos dois anos a contar da data da inscrição.

Assim como na última edição, as inscrições são gratuitas e devem ser realizadas através da plataforma online https://premioartes.institutotomieohtake.org.br até o dia 27 de junho de 2022, e podem ser individuais ou de coletivos, desde que todas as integrantes cumpram os requisitos do edital, disponibilizado na página de inscrição.

O júri, formado por Aline Albuquerque, Priscyla Gomes, Renata Bittencourt, Rita Vênus e Salissa Rosa, selecionará 10 artistas que serão acompanhadas por meio de conversas on-line, visando o enriquecimento e o aperfeiçoamento de suas pesquisas e práticas, evidenciando o caráter formativo da premiação. Artistas em início de carreira ou ainda não inseridas no sistema das artes e cultura, com marcadores sociais não privilegiados, terão atenção especial do júri à sua produção.

Cada uma das 10 selecionadas receberá a quantia de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para despesas relacionadas à produção, e transporte das obras. O Prêmio culmina com uma exposição coletiva dos trabalhos das dez selecionadas no Instituto Tomie Ohtake e as obras presentes na mostra serão publicadas em catálogo impresso.

 

Sobre o júri

 

Aline Albuquerque

Vive e trabalha em Fortaleza. Tem graduação em Artes Plásticas pela Unicamp, mestrado em artes pela Universidade Federal do Ceará. É mãe, artista visual, professora, ativista e pesquisadora do Laboratório Artes e Micropolíticas Urbanas (LAMUR- UFC). Sua produção compreende temas relacionados à arte e política, arte e educação, ativismo, processos de criação coletivos e colaborativos, micropolíticas urbanas. Atualmente coordena o Laboratório de Artes Visuais da Escola de Formação e Criação do Ceará - Porto Iracema das Artes.

 

Priscyla Gomes

Curadora e pesquisadora em artes e arquitetura, é graduada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, onde também concluiu seu mestrado. Atualmente, é curadora sênior do Instituto Tomie Ohtake e doutoranda em Estética, Historiografia e Crítica na Universidade de São Paulo. Curou diversas mostras e ministrou cursos no MASP, no Museu da Casa Brasileira (MCB) e no Instituto Tomie Ohtake. Em 2020, recebeu o Prêmio Jabuti na categoria "Artes" pela participação no livro AI-5 50 Anos: Ainda Não Terminou de Acabar.

 

Renata Bittencourt

É gestora cultural e é responsável pela área de Educação do Instituto Moreira Salles - IMS. É historiadora da arte tendo desenvolvido pesquisas de mestrado e doutorado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), investigando a representação do negro. Atuou no Itaú Cultural; na Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo; como Secretária da Cidadania e da Diversidade do Ministério da Cultura (MinC); como Diretora de Processos Museais no Instituto Brasileiro de Museus (Ibram - MinC); e como Diretora Executiva do Instituto Inhotim. Foi contemplada pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) e pela Fulbright.

 

Rita Vênus

Curadora de artes visuais e cinema. É assistente de curadoria na Oficina Brennand e curadora do XIV Festival Janela Internacional de Cinema do Recife. Aos sábados, é cartomante.

 

Sallisa Rosa

É natural de Goiânia - Goiás, atualmente vive no Rio de Janeiro.  Atua com a arte como caminho e experiências intuitivas, ficção, território e natureza, sua prática circula entre fotografia e vídeo, mas também instalações e obras participativas. A sua primeira exposição individual acontece em novembro de 2021 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, MAM. O trabalho de Sallisa foi destaque na Trienal do SESC em Sorocaba (2021), na exposição Histórias feministas: artistas após 2000 no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MASP) (2019), VAIVEM, no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (CCBB) (2019), na Bienal do Barro, Caruaru (2019), Estratégias do Feminino, Farol Santander, Porto Alegre (2019), Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte (2019) e Dja Guata Porã, Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR) (2017). Indicada ao Prêmio PIPA 2020.

 

 





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