Contação de história em LIBRAS – 24 setembro


Contação de história com visita em Libras na exposição “Brasa Rubor” de Tomie Ohtake, mediada pela educadora surda Isadora Borges. A atividade incentiva o desenvolvimento do vocabulário das artes em Língua Brasileira de Sinais no cotidiano das crianças e professores, favorecendo a construção da sensibilidade artística e histórica utilizando recursos narrativos. Após a ação, juntamente com Claudio Rubino, será realizada uma roda de conversas e debate entre as participantes acerca dos temas relacionados às culturas surdas dentro dos museus e equipamentos culturais.

Contações de histórias são importantes práticas na formação de todas as crianças, é o início da aprendizagem e um caminho infinito de descobertas e compreensão do mundo. Participar de ações em práticas artísticas instiga a percepção crítica social por meio de representatividade dos temas e profissionais que atuam, como pessoas surdas e com outras deficiências ou situações de vulnerabilidades.


A atividade faz parte do Programa de Acessibilidade e também integra a programação oficial da 13ª Primavera de Museus.


Atividade gratuita. Vagas limitadas.

Inscrições a partir do dia 10 de setembro

Dia 24 de setembro, terça-feira - 10h às 12h

* Pessoas com deficiência visual e cegas poderão se inscrever pelo telefone (11) 2245-1937

** Intérprete de Libras e audiodescrição serão disponibilizados mediante solicitação.





Isadora Borges é formada em Comunicação e Artes do Corpo pela PUC-SP. Atualmente é arte educadora surda do Instituto Tomie Ohtake e especialista em contação de histórias e intervenções culturais. Tem mais de 10 anos de experiência em trabalhos artísticos e mediação em acessibilidade, se comunicando por meio da Libras. Já realizou apresentações teatrais, performances, laboratórios criativos com interação de surdos e ouvintes, palestras e visitas educativas em diversas instituições culturais, como Centro Cultural Banco do Brasil/SP, Caixa Cultural, Oca, Instituto Itaú Cultural, Museu da Língua Portuguesa, MIS-SP Museu da Imagem e do Som, Teatro TUCA/SP e em unidades da Rede Sesc SP. Seu repertório artístico literário é formado por contos populares, sempre com apoio de recursos visuais como máscaras, fantoches e criação de cenários.

 

Claudio Rubino é gestor de acessibilidade cultural, licenciado e bacharel em artes visuais pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, pós-graduado em educação inclusiva com ênfase em deficiência física pela Unifesp. Um dos coordenadores do Programa de Acessibilidade do Instituto Tomie Ohtake e ex-coordenador do Programa de Acessibilidade Singular Plural do Museu Afro Brasil. Há 20 anos desenvolve trabalhos de arte educação em museus e equipamentos de cultura com ênfase no atendimento e planejamento de ações para inclusão física, comunicacional e sensorial de pessoas com deficiência.      






PATROCÍNIO

     






APOIO


               

 



REALIZAÇÃO