CONVERSA COM ARTISTAS |Tatewaki Nio, Jaime Lauriano, Mídia NINJA e Mauricio Simonetti

No dia 14 de agosto, ás 19h, os artistas Tatewaki Nio, Mauricio Simonetti, Midía Ninja e Jaime Lauriano, irão participar de uma conversa no Instituto Tomie Ohtake para falar sobre suas produções e sobre os trabalhos presentes na mostra Histórias afro-atlânticas.

Mediação: Theo Monteiro

Tatewaki Nio (São Paulo, vive em São Paulo desde 1998).
Nasceu em Kobe (Japão) em 1971. Formado em Sociologia pela Universidade Sophia (Tóquio, Japão) em 1994. Estudou fotografia no Curso de Bacharelado em Fotografia do Senac de 2000 a 2003. A partir de 2001 trabalha como fotógrafo profissional em São Paulo e vem realizando trabalhos autorais e editoriais. Foi contemplado com a Residência Fotográfica do Museu do Quai Branly em 2015 e a Bolsa ZUM/IMS em 2017.


Mauricio Simonetti 
 é fotógrafo profissional especializado em Fotografia documental. Na sua produção autoral destacam-se pesquisas com os temas água, ecossistemas brasileiros e movimentos urbanos. Suas fotografias fazem parte dos acervos do MASP - Museu de Arte de São Paulo (Coleção Pirelli-MASP), da Fototeca Itaú Cultural e do MIS - Museu da Imagem e do Som de São Paulo.


Midía Ninja
"Somos uma rede de comunicação livre que busca novas formas de produção e distribuição de informação a partir das novas tecnologias e de uma lógica colaborativa de trabalho. Entendemos a comunicação democrática como um direito humano e defendemos o interesse público, a diversidade cultural e o direito à informação, visibilizando pautas de comunicação, causas identitárias, cultura, meio ambiente, juventude e outras que dialogam com os desafios do século XXI."


Jaime Lauriano (São Paulo, 1985) Vive e trabalha em São Paulo.
Graduou-se pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, no ano de 2010. Com trabalhos marcados por um exercício de síntese entre o conteúdo de suas pesquisas e estratégias de formalização, Jaime Lauriano nos convoca a examinar as estruturas de poder contidas na produção da História. Em peças audiovisuais, objetos e textos críticos, Lauriano evidencia como as violentas relações mantidas entre instituições de poder e controle do Estado – como polícias, presídios, embaixadas, fronteiras – e sujeitos moldam os processos de subjetivação da sociedade. Assim, sua produção busca trazer à superfície traumas históricos relegados ao passado, aos arquivos confinados, em uma proposta de revisão e reelaboração coletiva da História.

 

Entrada gratuita.

Não é necessário se inscrever para participar da atividade.