Oficina


Oficina “DANÇA PARA TODOS OS CORPOS”
com Marcos Abranches

12, 13 e 14 de junho
14h às 17h

Local: Instituto Tomie Ohtake - ateliê 4
Atividade gratuita
Inscreva-se no link: https://bit.ly/2wcgnQr

Como parte do Programa de Acessibilidade, a partir de junho o Instituto Tomie Ohtake dará início a um ciclo de oficinas ministradas por artistas das quais suas pesquisas e corpos dissidentes contemplam linguagens em dança, arte contemporânea, moda, teatro e performance, proporcionando práticas e reflexões sobre arte e criação em categorias não dominantes. As oficinas são para diversos públicos e variadas faixas etárias, dispondo de recursos de acessibilidade como intérpretes de LIBRAS e audiodescrição mediante solicitação prévia.

Para abrir o ciclo, nos dias 12, 13 e 14 de junho das 14h às 17h a oficina DANÇA PARA TODOS OS CORPOS propõe trabalhar práticas de consciência corporal, exploração do movimento, respiração e concentração, considerando diversos públicos. A oficina com três dias de duração, ministrada pelo bailarino, coreógrafo e diretor Marcos Abranches, tem como com um de seus objetivos trabalhar com o conceito de que toda e qualquer atividade de dança e performance seja acessível, buscando não excluir ninguém das experimentações.


----

Marcos Abranches é bailarino, coreógrafo e diretor da MARCOS ABRANCHES & CIA, iniciou sua carreira artística em 2002, atuando na Cia. FAR 15, atuando nos espetáculos "Senhor dos Anjos", "Jardim de Tântalo" e "Metamorfose", de Franz Kafka, trabalhos dirigidos e coreografados por Sandro Borelli. Em 2007 inicia sua carreira solo e também i9naugurando uma companhia de dança que se configura como um coletivo que agrega artistas da dança e de tantas outras linguagens, inicialmente chamado de VIDANÇA CIA, passando a chamar-se de  MARCOS ABRANCHES & CIA. em 2017. Portador de coreoatetose, deficiência física rara decorrente de uma lesão cerebral, utiliza-se da própria deficiência como referência de estudo para a construção de sua linguagem artística corporal, sendo o único coreógrafo brasileiro com paralisia cerebral a propor um estudo sobre dança contemporânea. Incentivado por Phillipe Gemet, desenvolveu um trabalho coreográfico com mais duas bailarinas apresentando a peça Desequilíbrio, que posteriormente transformou-se em um espetáculo solo, com mais de 100 apresentações em palcos nacionais e internacionais. Participou do Kulturdifferenztans, em Colônia (Alemanha) e Crossings Dance Festival em Düsseldorf (Alemanha), apresentando a obra Via sem Regra sob direção de Gerda König. Atuou na peça Trem Fantasma, em uma adaptação, no Brasil, da obra Navio Fantasma de Wagner, dirigido por Christoph Schligensielf, rendendo-lhe o convite para atuar na temporada de 2008, reeditada para outubro de 2010, da ópera teatralizada da Vida e Obra de Joana D’Arc, no Deutsche Open Berlin, dirigida por Christoph Schligensielf, um dos mais respeitados diretores de teatro e cinema toda Europa. Suas obras propõem questionamentos sobre corpos, movimentos, imagens, emoções, subjetividades, entre outras tantas questões da contemporaneidade.

 

Foto: Gal Oppido

PATROCÍNIO

 

IDEALIZAÇÃO/REALIZAÇÃO

 

REALIZAÇÃO