Programação
Programação
Toró – Programa público para as artes do corpo
Grande Hall
Entrada livre e gratuita
Curadoria do artista e pesquisador Renan Marcondes
O Instituto Tomie Ohtake apresenta Toró, novo programa público para as artes do corpo. A iniciativa reúne trabalhos de dança, teatro, artes visuais e música que têm o corpo como matéria central de criação.
As apresentações surgem em diálogo com o ciclo expositivo formado por Sheila Hicks – O que que é isso? e Tatiana Blass – Contrarregra, sobretudo com as questões das artes do corpo exploradas nesta última. Em sua produção, Tatiana aproxima as artes visuais da lógica teatral e investiga as relações entre corpo, gesto, objeto e espaço.
Sempre às terças e às 19h, a programação se organiza em torno do ato de fala, da abstração, da relação entre corpos e objetos e da repetição, aproximando artistas de diferentes trajetórias e linguagens.
A entrada é livre e gratuita.
Confira a programação abaixo:
19h • O que fazemos quando falamos?
Raphael Escobar apresenta O Som da Maloka
Crítico convidado: Amilton de Azevedo
19h • Como o corpo se comunica?
Eliana de Santana e Hernandes de Oliveira, da E² Cia. de Teatro e Dança, apresentam ou se quiseres ainda um dançarino solitário…
Crítico convidado: Tálisson Melo, curador do Instituto Tomie Ohtake
19h • Como existimos com as coisas?
João Paulo Lima apresenta Deffuturismo
Crítica convidada: Elisa Band, do Coletivos Heterogêneos
19h • Os gestos são inéditos ou repetidos?
Mauricio Florez apresenta Bolero
Crítica convidada: Ana Teixeira, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP
Dançarino, coreógrafo e preparador corporal. Nasceu na Colômbia e vive no Brasil desde 2012. É formado em Dança e Pedagogia pela Universidade de Antioquia, em Medellín. Desde 2015, integra o núcleo artístico Key Zetta e Cia. Desenvolve pesquisas que aproximam a dança, a botânica e a divulgação científica, investigando as relações entre corpo humano e corpo vegetal e os processos de metamorfose do corpo através da dança, a partir das relações entre memória, imaginação e movimento. É aprendiz na Comunidade Selvagem, ciclo de estudos sobre a vida, onde participa do grupo de tradução de textos do português para o espanhol. Como artista independente, criou as obras Memórias Para se Transformar em Flor (2024), indicada pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) nas categorias Melhor Espetáculo e Melhor Interpretação, UM (2017) e Bolero (2015).