Programação

Águas subterrâneas: narrativas de confluências

Exposição

de 14 de novembro a 08 de março de 2026
ENTRADA GRATUITA verifique classificação indicativa na exposição

Atual

Águas subterrâneas: narrativas de confluências
Curadoria de Ana Roman, Catalina Bergues e Irene Aristizábal

No contexto da Temporada França-Brasil 2025, o Frac Poitou-Charentes e o Instituto Tomie Ohtake apresentam Águas subterrâneas: narrativas de confluências.

Realizada primeiro na França (23.MAI—28.SET 2025) e agora no Brasil, esta exposição coletiva em duas etapas reúne múltiplos olhares de artistas contemporâneos sobre os cursos de água doce e os relatos culturais, históricos e ambientais que os atravessam.

Concebida como um diálogo imaginário entre o rio Charente e os rios de São Paulo, como o Tietê – que percorrem, respectivamente, os territórios do Frac Poitou-Charentes (Angoulême) e do Instituto Tomie Ohtake (São Paulo), onde será sucessivamente apresentada –, a exposição reúne obras de doze artistas franceses e brasileiros:

Barbara Kairos, Capucine Vever, Coletivo Coletores, Daniel de Paula, Davi de Jesus do Nascimento, Julien Creuzet, Luana Vitra, Marcos Ávila Forero, Rastros de Diógenes, Shivay La Multiple, Suzanne Husky e Vitor Cesar & Enrico Rocha.

Diante das mudanças climáticas, as obras apresentadas exploram temas como a escassez de água, a relação da água com as histórias coloniais e extrativistas, as questões de infraestrutura e os futuros possíveis. Águas subterrâneas: narrativas de confluências destaca práticas artísticas que reconhecem os cursos d’água como seres vivos com direitos intrínsecos, mas também como testemunhas ancestrais, participantes da história humana e agentes de transformação e encontros.

1ª ETAPA | 23.MAI—28.SET 2025
Frac Poitou-Charentes (FRANÇA)
Sobre
Frac Poitou-Charentes
É um dos três Fundos Regionais de Arte Contemporânea existentes na região da Nova-Aquitânia, na França. Sua missão é a constituição de uma coleção de arte contemporânea e sua difusão, graças às suas instalações regionais em Angoulême e Linazay, bem como às parcerias locais que estabelece com os atores culturais, sociais, educacionais e as autoridades municipais. Entre exposições, residências de criação, produção, difusão, conservação, documentação das obras, ações de educação artística e cultural, o Frac Poitou-Charentes busca se envolver ao lado dos artistas em todos os aspectos de sua atividade. Suas operações de difusão são acompanhadas de ações de mediação para facilitar e aprofundar o acesso às obras e aos processos criativos contemporâneos. Sua coleção atualmente conta com mais de mil obras. Enriquecida a cada ano com novas aquisições, ela é internacional e representativa dos desenvolvimentos mais recentes na arte contemporânea. Desde 2024, a instituição iniciou uma fase de transição com a chegada de Irene Aristizábal à sua direção. Os eixos de orientação de seu projeto para o Frac Poitou-Charentes, intitulado “Autopoïèse et interdépendance radicale” [Autopoiese e Interdependência Radical], testemunham a vontade de iniciar uma transição ecológica e social, de reposicionar a instituição em seu contexto territorial, colocando os artistas no centro de todas as atividades e dando atenção especial aos contextos rurais. Em diálogo com o tecido local, o projeto abre para mais colaborações e co-criações, reafirma seu compromisso com a cena artística e também carrega uma ambição de projeção nacional e internacional. www.fracpoitoucharentes.com
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Apoiadores da exposição na França
FRAC Logos França-1
FRAC Logos Brasil-1
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