Rua Antônio de Macedo Soares, 1800, Campo Belo – São Paulo (SP)
Entrada do público até às 16h.
Inteira: R$50
Meia-entrada: R$25
A meia-entrada é destinada a:
– Estudantes
– Professores
– Aposentados
– Pessoas com 60 anos ou mais
– Clientes Nubank (conta normal, croma e PJ)
*mediante apresentação de comprovante válido.
A gratuidade é destinada a:
– Clientes Nubank Ultravioleta;
– Pessoas com deficiência + 01 acompanhante;
– Membros do ICOM;
– Crianças de até 12 anos.
*mesmo em casos de gratuidade, é necessária a emissão de ingressos na plataforma INTI.
– As visitas guiadas para públicos espontâneos acontecerão aos sábados e domingos, às 11h e às 15h
– As pessoas que desejarem participar da visita guiada receberão um selinho de identificação, para facilitar o controle e a organização do grupo.
– Nos fins de semana em que houver programação pública, não haverá visita mediada.
A ocupação da casa evidencia a biografia de sua moradora. As marcas de tinta registradas pelo piso do ateliê, as maquetes de estudo em diversas escalas e tamanhos, as mapotecas recheadas de pastas com registros de seus estudos indicam aspectos dos processos de trabalho de Tomie, enquanto as plantas cultivadas no jardim e as fotografias de encontros revelam alguns dos seus hábitos domésticos.
A família mantinha a tradição dos almoços de domingo, inicialmente frequentados pelos três moradores e que, mais tarde, passaram a incluir noras, netos e, ocasionalmente, amigos próximos.
Alternando entre a sala de jantar e o jardim, as refeições aconteciam em torno das grandes superfícies de concreto desenhadas por Ruy. Esses momentos começavam de manhã, com palitinhos de queijo, e se estendiam até o início da noite, com o tradicional macarrão frio japonês.
A artista desfrutava de uma vida movimentada. Sua casa anterior, na Mooca, já era frequentada por importantes figuras das artes e da cultura. Com o passar dos anos e o crescimento da família, os Ohtake passaram a ter mais influência no cenário cultural, e a residência passou a ser visitada por renomados nomes.
Além de espaço de aconchego familiar e de labor, a Casa-ateliê é, ainda, uma espécie de galeria, expondo artistas que eram próximos à família ou admirados por Tomie. Caminhando pela casa, é possível reconhecer as obras de Alfredo Volpi, Kimi Nii, Lydia Okumura, Nicolas Vlavianos, Shoko Suzuki, entre tantos outros.
O mobiliário também carregava a assinatura de nomes prestigiados, como Arne Jacobsen, Charlotte Perriand, Harry Bertoia, Le Corbusier e Sérgio Rodrigues.
sobre visitação:
escreva para casa.atelie@institutotomieohtake.org.br