Regional de Choro no Tomie
SÁBADO, 11H
ENTRADA GRATUITA
Primeiro gênero urbano genuinamente nacional, o choro tem suas raízes em ritmos europeus, como mazurca, polca e valsa. As peças estrangeiras começaram a receber influências de manifestações culturais presentes no Brasil, sendo algumas delas de matriz africana, como o batuque e o lundu. Somando-se a isso, e da interpretação mais afetuosa e sentimental que lhes foi dada, veio o nome do novo estilo, choro.
De tipicidade inigualável, os conjuntos têm como base uma seção rítmico-harmônica – com violão, violão de sete cordas, cavaquinho, acordeão – e solistas – flauta, clarinete e saxofone, entre outros. A formação pode variar, compreendendo também instrumentos como piano, bateria, trombone, bandolim e até violino.
O Regional de Choro é a única formação dos Grupos Musicais do GURI dedicada exclusivamente à música brasileira. Baseado na tradição oral, o choro recebe no GURI um trabalho que une interpretação — preservando a liberdade dos instrumentistas — e pedagogia musical, com ensino sistematizado, estudos aprofundados e produção de partituras e arranjos próprios. Na roda de choro, os estudantes, após alcançarem alto nível técnico, desenvolvem uma relação pessoal com o instrumento, explorando as nuances do idioma musical.
Cris Fayão, regente
Tia Amélia (1901–1993)
Bordões ao Luar [arr. Luisa Carvalho]
Luciana Rabello (1962– )
Velhos Chorões [arr. Luisa Carvalho]
Lina Pesce (1925–2017)
Elegante [arr. Kevin Augusto]
Maicira Trevisan (1969– )
Choro de Domingo
Carla Pronsato (1977– )
Pimenta Malagueta