Casa-ateliê Tomie Ohtake

No bairro do Campo Belo, zona sul de São Paulo, encontra-se a casa onde morou a artista Tomie Ohtake por quase cinco décadas.

Projetado pelo arquiteto Ruy Ohtake, seu primogênito, em 1966, o edifício foi pensado desde o princípio como espaço de experimentação da artista e como lugar de acolhimento para sua produção, seus estudos, seus interesses, assim como para as obras de artistas com quem ela dialogava.

A casa configurou o universo criativo de Tomie na medida em que abrigou seu ateliê e seu espaço para guardar livros e objetos.

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VISITE
Quinta a domingo, das 10h às 17h

Rua Antônio de Macedo Soares, 1800, Campo Belo – São Paulo (SP)

Entrada de público: até às 16h

Entrada: R$50
Meia-entrada: R$25

MEIA-ENTRADA
> Estudantes e professores (escolas públicas ou privadas), mediante apresentação de carteirinha;
> Maiores de 60 anos;
> Clientes Nubank, mediante apresentação de cartão;

GRATUIDADE
> Entrada gratuita aos terceiros sábados de cada mês;
> Crianças até 12 anos, mediante apresentação de carteira de identidade;
> Pessoas com deficiência (gratuidade estendida a 1 acompanhante);
> Amigos Tomie, mediante apresentação de carteirinha;
> Clientes Nubank Ultravioleta, mediante apresentação de cartão;
> Portadores do cartão ICOM;

*As gratuidades e cortesias devem ser solicitadas na plataforma de ingressos.

Visitas mediadas

Aos sábados e domingos, em dois horários (11h e 15h), acontecem visitas mediadas com educadora na Casa-ateliê Tomie Ohtake.

Aprofunde-se
A moradora

A ocupação da casa evidencia a biografia de sua moradora. As marcas de tinta registradas pelo piso do ateliê, as maquetes de estudo em diversas escalas e tamanhos, as mapotecas recheadas de pastas com registros de seus estudos indicam aspectos dos processos de trabalho de Tomie, enquanto as plantas cultivadas no jardim e as fotografias de encontros revelam alguns dos seus hábitos domésticos.

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Espaço de encontro

A família mantinha a tradição dos almoços de domingo, inicialmente frequentados pelos três moradores e que, mais tarde, passaram a incluir noras, netos e, ocasionalmente, amigos próximos.

Alternando entre a sala de jantar e o jardim, as refeições aconteciam em torno das grandes superfícies de concreto desenhadas por Ruy. Esses momentos começavam de manhã, com palitinhos de queijo, e se estendiam até o início da noite, com o tradicional macarrão frio japonês.

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Aura movimentada

A artista desfrutava de uma vida movimentada. Sua casa anterior, na Mooca, já era frequentada por importantes figuras das artes e da cultura. Com o passar dos anos e o crescimento da família, os Ohtake passaram a ter mais influência no cenário cultural, e a residência passou a ser visitada por renomados nomes.

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Galeria

Além de espaço de aconchego familiar e de labor, a Casa-ateliê é, ainda, uma espécie de galeria, expondo artistas que eram próximos à família ou admirados por Tomie. Caminhando pela casa, é possível reconhecer as obras de Alfredo Volpi, Kimi Nii, Lydia Okumura, Nicolas Vlavianos, Shoko Suzuki, entre tantos outros.

O mobiliário também carregava a assinatura de nomes prestigiados, como Arne Jacobsen, Charlotte Perriand, Harry Bertoia, Le Corbusier e Sérgio Rodrigues.

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Mais informações
Contato

casa.atelie@institutotomieohtake.org.br

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