Exposição – 6º Edição do Prêmio EDP nas Artes
Exposição
Abertura: 28 de novembro 2018
Passada
O Prêmio EDP nas Artes, iniciativa do Instituto Tomie Ohtake e do Instituto EDP, realiza mostra das obras dos artistas selecionados em sua sexta edição:
Ana Cláudia De Almeida Santos (Rio De Janeiro – RJ, 1993);
Elilson Gomes Do Nascimento (Recife – PE, 1991);
Iagor João Barbosa Peres (Rio De Janeiro – RJ, 1995);
Jéssica De Souza Luz (Araranguá – SC, 1992);
Lucas Emanuel Furtado Soares (Belo Horizonte – MG, 1994);
Ludmila Porto Cioffi De Lima (São Paulo – SP, 1989);
Lyz Parayzo (Rio De Janeiro – RJ, 1994);
Mariana Rosado Ferreira (Recife – PE, 1989);
Matheus De Simone Maciel (Rio De Janeiro – RJ,1994);
Rafael José Bandeira Da Penha (Belém -PA, 1992).
Do total das 464 inscrições, quase o dobro em relação à edição anterior, foram selecionados 10 nomes, por um júri formado pelos artistas Artur Lescher, Fabio Morais, Jonas Van Holanda, Virgínia de Medeiros e as curadoras Diane Lima e Luise Malmaceda. O grupo recebeu acompanhamento personalizado da equipe de jurados para o processo de realização de suas respectivas obras, oportunidade rara para jovens artistas.
Voltado para estimular a produção artística contemporânea, o Prêmio EDP nas Artes é voltado para jovens artistas de todo o Brasil, nascidos ou residentes no país há pelo menos dois anos, com idade entre 18 e 29 anos. A iniciativa, além da premiação, contempla uma série de atividades ao longo do ano, como cursos, palestras e workshops em regiões brasileiras onde o acesso à arte contemporânea é mais restrito. Nesta edição, São José dos Campos, Vitória e Palmas receberam a programação.
Na edição anterior, em 2016, os três premiados foram António Tarsis de Jesus (Salvador, BA); Luisa Puterman (São Paulo, SP); e Jonas Van Holanda (Fortaleza, CE). Eles tiveram a oportunidade de ir à Colômbia, Canadá e Portugal para expandirem suas formações.
Premiada com residência artística no Hangar – Centro de Investigação Artística | Lisboa, Portugal.
Premiado com residência artística no Atelier R.A.R.O. | Buenos Aires, Argentina.
Premiado com residência artística no Centro de Arte Contemporáneo Lugar a Dudas | Cali, Colômbia.
(Classificação indicativa das performances: 14 anos – Nudez)
(Classificação indicativa das performances: 14 anos – Nudez)
(Classificação indicativa das performances: 14 anos – Nudez)
(Classificação indicativa das performances: 14 anos – Nudez)
Com disciplina financeira e foco em sua forma de atuar, a EDP é uma companhia integrada de referência no mercado energético brasileiro, atuando nas áreas de Geração, Transmissão, Distribuição, Comercialização e Soluções em Energia Elétrica. Atualmente com cerca de três mil colaboradores próprios, a Empresa possui ativos em oito estados e está presente nacionalmente com a EDP Soluções, a EDP Comercializadora e a EDP Solar.
tem como responsabilidade estruturar os investimentos e as iniciativas sociais da Companhia, preferencialmente em frentes ligadas à valorização da Língua Portuguesa, à educação, ao desenvolvimento local com geração de renda, ao empreendedorismo e ao voluntariado, por meio do esporte, da cultura e da saúde. Ao todo, em 2017, foram apoiados 35 projetos, beneficiando 60 mil pessoas.
A obra de Artur Lescher marca presença na arte contemporânea brasileira com instalações, esculturas e objetos que ocupam espaços com força e fluidez. Seus trabalhos integram as coleções do The Museum of Fine Arts, Houston, e Philadelphia Museum of Art (ambos nos EUA), MALBA – Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires e MAMBA – Museo de Arte Moderno de Buenos Aires (Argentina), Pinacoteca do Estado de São Paulo, MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, entre outras. O artista participou das edições de 1987 e 2002 da Bienal de São Paulo e da edição de 2005 da Bienal do Mercosul em Porto Alegre, Brasil, onde também atuou como curador na edição de 2009. Expôs em diversas mostras na América Latina, na Europa e nos Estados Unidos, além de mostras individuais, recentemente expos no Palais d’Iena (2017), em Paris, Galeria OMR, Cidade do México e Galeria Nara Roesler em São Paulo.
É curadora independente, pesquisadora e diretora criativa. Mestra em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, seu trabalho concentra-se em experimentar práticas curatoriais multidisciplinares em perspectiva decolonial. Entre os projetos criou o AfroTranscendence (Red Bull Station/ Galpão VideoBrasil), foi curadora entre 2016 e 2017 do Diálogos Ausentes (Itaú Cultural) e em 2018, do Valongo Festival Internacional da Imagem. Em 2019 realiza a Residência PlusAfrot na Villa Waldberta em Munique-Alemanha.
É artista visual com uma prática expositiva e editorial entre a visualidade e a escrita. Participou de exposições coletivas em instituições como Bienal de São Paulo, Bienal do Mercosul, Instituto Tomie Ohtake, MAM-SP, CCSP, SESC, Museu da Pampulha, MAC-Lion, MACBA, CGAC, Bonniers Konsthall, e sua última exposição individual foi Escritexpográfica, em 2017, na Galeria Vermelho. Em sua atuação editorial, tem livros publicados por Edições Tijuana, par(ent)esis, Dulcinéia Catadora, Ikrek Edições, entre outras.
É artista trans não binário, pesquisador de insurgências de gênero. Estudou Artes Visuais no Parque Lage, RJ. O seu trabalho é baseado em subverter relações semânticas e criar referências estéticas com ferramentas e discursos decoloniais. Entre suas exposições mais recentes destacam: Quando nós estamos? no Instituto Tomie Ohtake (SP), Travessias Ocultas no SESC Bom Retiro (SP), Bestiário no CCSP. Trabalhou na 32a Bienal de SP na obra-restaurante Restauro de Jorge Menna Barreto. Esteve em residência na Casa Matony, em La Paz, Bolívia, e no Centro de Investigação Artística HANGAR em Lisboa, Portugal e A SUL no Lavadouro Público do Carnide também em Lisboa. Em 2016 foi o artista vencedor da 5ª edição do Prêmio EDP do Instituto Tomie Ohtake. Suas atividades incluem ações e workshops de micropolítica alimentar e estruturas decoloniais em gênero e feminismos, tentando reinventar o papel das transmasculinidades no contexto carnofalocentrista atemporal. Atualmente integra o júri da 6ª edição do Prêmio EDP no Instituto Tomie Ohtake. Vive e trabalha em São Paulo.
Membro do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake. Mestre em Estética e História da Arte pela Universidade de São Paulo, é pós-graduada em História da Arte (FAAP) e graduada em Artes Visuais (UFRGS). Dedica-se a pesquisas voltadas para artes visuais e cultura experimental brasileira dos anos 1960-70. Atuou como pesquisadora e arte-educadora em instituições culturais como Fundação Iberê Camargo, Fundação Vera Chaves Barcellos e MAC-USP. Em 2015, foi editora da revista Harper’s Bazaar Art. Recentemente, vem integrando o júri de prêmios culturais e ministrando cursos livres.
Trabalha principalmente com videoinstalação e audiovisual, desenvolvendo uma obra que questiona os limites entre realidade e ficção. A artista lida com três pressupostos comuns aos campos da arte e do documentário: o deslocamento, a participação e a fabulação. De Medeiros. Em 2006, teve a obra “Studio Butterfly” selecionada pelo Programa Rumos Itaú Cultural e para a 27a Bienal de São Paulo. Em 2009, participou da residência artística “International Women for Peace Conference”, em Dili, Timor-Leste, e em 2007, da Residência Artística no Centro de Artes La Chambre Blanche, em Québec, Canadá. Recebeu o prêmio Rede Nacional Funarte Artes Visuais 2009 com a vídeo instalação “Fala dos Confins”, que em 2013 foi adquirida pelo Centro Cultural São Paulo. Em 2010 participou da 2ª Trienal de Luanda “Geografias Emocionais, Arte e Afectos” e em 2011, do 320 Panorama de Arte Brasileira, MAM São Paulo. Em 2012, ganhou a Bolsa Funarte Estímulo à Produção em Artes Visuais com o projeto “Jardim das Torturas” e foi premiada no 18o Festival de Arte Contemporânea Videobrasil com o Prêmio de Residência ICCo – Instituto de Cultura Contemporânea no Residency Unlimited – Nova York, EUA. Mostras coletivas recentes incluem: Missão (Centro Cultural São Paulo, São Paulo, 2014); Cães Sem Plumas (MAMAM, Recife, Brasil; Galeria Nara Roesler, São Paulo, Brasil, 2013); Projeto Novas Aquisições MAC CE- Dos percursos e das poesias (Dragão do Mar, Fortaleza, Brasil, 2013); Coletiva Instituto Cervantes (Instituto Cervantes, São Paulo, Brasil, 2012); Metrô de Superfície (Paço das Artes, São Paulo, Brasil, 2012); e Vídeo Guerrilha (Intervenção Urbana Augusta, São Paulo, Brasil, 2011).