Programação

Percurso: Visita à obra 'Mãe' de Daniel de Paula no Rio Pinheiros

Programa público

28 de fevereiro de 2026
18:00H — 21:00H PONTO DE ENCONTRO: ESTAÇÃO PINHEIROS DA CPTM — ANTES DAS CATRACAS SEM INSCRIÇÃO PRÉVIA

Futura

turbina
Atividade: Percurso pelo Rio Pinheiros | visita à obra Mãe de Daniel de Paula
Como parte da programação pública da exposição 'Águas Subterrâneas: Narrativas de Confluências', a atividade propõe um deslocamento coletivo pelo território do rio Pinheiros, articulando arte, história urbana e infraestrutura.

O percurso tem início na estação Pinheiros da CPTM e segue de trem, acompanhado pela geógrafa Nadia Bittar, que ao longo do trajeto abordará a história do rio, sua relação com a formação da cidade de São Paulo, os processos de canalização e retificação, bem como as infraestruturas que o atravessam — entre elas a ligação com a Usina Hidrelétrica de Cubatão e a chamada Usina da Traição.

 

Ao final do trajeto, o grupo segue a pé até a margem do rio, onde será visitada a obra Mãe, do artista Daniel de Paula, parte da exposição Águas Subterrâneas: Narrativas de Confluências. No local, o artista apresentará o trabalho e compartilhará reflexões sobre sua relação com o rio, o território e as camadas históricas e simbólicas que atravessam essa paisagem.

A atividade tem duração aproximada de 2h30.

 

 

Participantes
Nádia Bittar
Geógrafa (USP) mestra em Técnicas, Patrimônio e Territórios da Indústria (Université Paris I Panthéon-Sorbonne); PhD em História Mundial (Univerzita Karlova em Praga). Atuou em estudos socioambientais em consultorias, ONGs e universidades na avaliação de impactos ambientais, planejamento urbano e conservação do patrimônio histórico e cultural. Atualmente pós-doutoranda na FAU-USP e Centro de Ciência para o Desenvolvimento USP Cidades.
Daniel de Paula
É artista participante da exposição 'Águas subterrâneas: Narrativas de Confluências'. Suas múltiplas proposições refletem a produção do espaço como reprodução de dinâmicas de poder, investigando estruturas e relações políticas, sociais, econômicas e históricas que moldam lugares. A sua pesquisa, que não se restringe à arte, intersecta-se com geografia, geologia e urbanismo e sua produção já integrou exposições em instituições como a Bienal de São Paulo, Biennale de Lyon, MASP (São Paulo), The Renaissance Society (Chicago), Luleå Biennial, Padiglione d’Arte Contemporanea (Milão) e Estação Pinacoteca (São Paulo), entre outras.
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