Programação

Programa público: Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak

Centro Cultural Banco da Amazônia

Programa público

de 12 de janeiro a 14 de janeiro de 2026
SEGUNDA A QUARTA NO CENTRO CULTURAL BANCO DA AMAZÔNIA BELÉM (PA)

Atual

2025 18.12[CCBA-NAGAKURA KRENAK] FOTO NAILANA THIELY (1)
PROGRAMA PÚBLICO
Em Belém (PA), participe da programação da exposição itinerante ‘Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak’, no Centro Cultural Banco da Amazônia

O fotógrafo japonês Hiromi Nagakura e o líder e ativista indígena Ailton Krenak estarão presentes, junto a lideranças indígenas — Isa Tximá Huni Kuin, Maria Alexandrina da Silva Pinhanta (Sãtsi), Maria Salete Caapir Krikati e Marineusa Pryj Krikati —, para conversar sobre os desdobramentos das viagens feitas por eles pelo território amazônico na década de 1990, registrada pelas lentes de Nakagura.

Em comemoração aos 410 anos da cidade de Belém (PA), a programação especial de atividades acontecerão presencialmente a partir do dia 12 de janeiro. Vagas limitadas. Inscreva-se pelo link na bio.

Confira a programação completa abaixo:

PROGRAMA PÚBLICO
SEGUNDA, 12.JAN 2026
18H – Roda de conversa entre Ailton Krenak e Hiromi Nagakura
Ailton Krenak e Hiromi Nagakura compartilham relatos dos encontros e das viagens realizadas junto às etnias retratadas na exposição 'Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak'. A conversa propõe uma reflexão sobre as tradições milenares desses povos, sua profunda relação com os territórios que habitam e os desafios enfrentados na contemporaneidade, a partir do diálogo entre a palavra e a imagem. Horário: 18h às 20h *Entrada gratuita mediante inscrição prévia, número de vagas limitadas Local: Galeria 1 do Centro Cultural Banco da Amazônia Av. Pres. Vargas, 725-761 - Campina, Belém - PA, 66017-080
TERÇA, 13.JAN 2026
10H – Encontro de professores com Ailton Krenak, Marineusa Pryj Krikati e Maria Alexandrina da Silva Pinhanta (Sãtsi)
Este encontro convida professores e educadores para uma conversa aberta sobre os desafios do mundo atual, a partir das experiências e reflexões de Ailton Krenak, Marineusa Pryj Krikati e Alexandrina Ashaninka. O diálogo aborda temas como educação, território, convivência e futuro, trazendo perspectivas dos povos indígenas e suas formas de ensinar, aprender e se relacionar com o mundo. A atividade propõe um espaço de troca, escuta e reflexão, estimulando educadores a pensar novos caminhos para a prática pedagógica. Horário: 10h às 11h30 Acesso: Entrada gratuita mediante inscrição prévia, número de vagas limitadas Público: Professores e educadores Local: Galeria 1 do Centro Cultural Banco da Amazônia Av. Pres. Vargas, 725-761 - Campina, Belém - PA, 66017-080
18H – Mesa de debate: o encontro de Ailton Krenak e Hiromi Nagakura com os povos da floresta e do cerrado
Ailton Krenak e Hiromi Nagakura se reencontram com Maria Alexandrina da Silva Pinhanta (Sãtsi), Isa Tximá Huni Kuin, Maria Salete Caapir Krikati e Marineusa Pryj Krikati para uma conversa sobre saberes, vivências e a importância dos territórios da floresta e do cerrado. A partir de experiências compartilhadas, o diálogo destaca a força desses biomas e seus conhecimentos ancestrais como caminhos de cuidado, cura e resistência. Horário: 18h às 20h Acesso: Entrada gratuita mediante inscrição prévia, número de vagas limitadas Local: Galeria 1 do Centro Cultural Banco da Amazônia Av. Pres. Vargas, 725-761 - Campina, Belém - PA, 66017-080
QUARTA, 14.JAN 2026
10H e 11H30 – Oficina: a tecelagem do povo Huni Kuin
Isa Tximá Huni Kuin apresenta a tecelagem do povo Huni Kuin, compartilhando os conhecimentos e práticas. A oficina abordará os materiais, os processos e os significados que envolvem a tecelagem, revelando sua relação com o território, o cotidiano e a vida comunitária. A atividade convida o público a conhecer a tecelagem como expressão de identidade, saber ancestral e continuidade dos modos de vida do povo Huni Kuin. Horário: Sessão 1 - 10h00 às 11h00 | Sessão 02 - 11h30 às 12h30 *Entrada gratuita mediante inscrição prévia, número de vagas limitadas Local: Espaço educativo exposição 'Hiromi Nagakura - Até a Amazônia com Ailton Krenak' Local: Galeria 1 do Centro Cultural Banco da Amazônia Av. Pres. Vargas, 725-761 - Campina, Belém - PA, 66017-080
14H e 15H30 – Oficina: Pintura corporal Huni Kuin e Krikati
A oficina propõe uma vivência de pintura corporal a partir dos saberes dos povos Huni Kuin e Krikati, conduzida por Isa Tximá Huni Kuin, Maria Salete Caapir Krikati e Marineusa Pryj Krikati. Durante a atividade, o público é convidado a conhecer os grafismos, materiais e significados que compõem a pintura corporal. Horário: Sessão 01 - 14h00 às 15h00 | Sessão 02 - 15h30 às 16h30 *Entrada gratuita mediante inscrição prévia, número de vagas limitadas Local: Espaço educativo exposição 'Hiromi Nagakura - Até a Amazônia com Ailton Krenak' Local: Galeria 1 do Centro Cultural Banco da Amazônia Av. Pres. Vargas, 725-761 - Campina, Belém - PA, 66017-080
Sobre os participantes
Isa Tximá Huni Kuin
Nasceu na aldeia Belo Monte, nas florestas do Acre onde aprendeu a língua e a forma tradicional de vida de seu povo. Formou-se em fisioterapia pela PUC de São Paulo e hoje trabalha associando os conhecimentos ocidentais com sua tradição e a medicina chinesa. Além de atuar na área da saúde, faz palestras e oficinas sobre tecelagem, pintura corporal e a sabedoria do povo Huni Kuin.
Maria Alexandrina da Silva Pinhanta (Sãtsi)
Filha de Seu Antônio e Dona Piti que também trouxeram ao mundo Benki, Francisco, Moisés, Wewito, Isaque, uma família inteira de lideranças fundamentais para o fortalecimento do povo Ashaninka do Rio Amônia, Acre. Licenciada em educação escolar Indígena com habilitação em Ciências da Natureza, no Campus Floresta (UFAC) em Cruzeiro do Sul – AC e com Mestrado Profissional em Sustentabilidade Junto a Povos e Terras Tradicionais - MESPT/Universidade de Brasília (DF), 2017-2019, Sãtsi é importante liderança feminina do povo Ashaninka, dedicada à proteção da cultura de seu povo e à conscientização sobre o papel dos povos indígenas no manejo sustentável da terra e da floresta.
Maria Salete Caapir Krikati
Vice cacique da aldeia Campo Alegre, acompanha desde muito jovem a luta de seu povo pela demarcação e proteção do território. É profunda conhecedora e guardiã das tradições do povo Krikati, transmitindo a cultura para as novas gerações. Aprendeu com os anciãos a arte dos cantos e das pinturas corporais.
Marineusa Pryj Krikati
Guardiã da cultura do povo Krikati, da língua materna e das cerimônias rituais. Formou-se também como professora para melhor defender os direitos de seu povo e fazer a ponte entre a cultura tradicional e a educação formal, cuidando para que as novas gerações da aldeia Jerusalém se mantenham conectadas à terra e aos conhecimentos ancestrais.
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