Um rio não existe sozinho — Diálogos São Paulo
Programa público
ATIVIDADES GRATUITAS
Passada
Confluência de ambientes e saberes para viver em tempos de emergência
O projeto Um rio não existe sozinho assume a perspectiva ecossistêmica da existência dos rios em rede. Partindo da ideia de coletividade, diversidade e ausência de fronteiras entre as águas, é possível aplicar este entendimento entre cooperativas, coletivos, organizações profissionais, pesquisadores, artistas cujas ações buscam alternativas sustentáveis em sua atuação no território.
Em diálogo com a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que acontecerá em Belém (PA) em novembro de 2025, Um rio não existe sozinho pretende gerar ecos e continuidades a partir de atividades e exposições ao longo dos próximos dois anos.
Esta iniciativa conta com o patrocínio da AkzoNobel, através do Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo à Cultura e Governo Federal – Brasil, União e Reconstrução.
Curadoria: Sabrina Fontenele e Vânia Leal
Local dos diálogos: auditório do 1º andar do complexo Aché Cultural — prédio que abriga o Instituto Tomie Ohtake
Carlos Nobre, Professor Doutor, INPE, SP
Paulo Miyada, Diretor Artístico, Instituto Tomie Ohtake, SP
Sabrina Fontenele, Curadora, Instituto Tomie Ohtake, SP
Carlos Nobre, Professor Doutor, INPE, SP
Paulo Miyada, Diretor Artístico, Instituto Tomie Ohtake, SP
Sabrina Fontenele, Curadora, Instituto Tomie Ohtake, SP
Letícia Grappi, BA
Gabriela Gaia, ES/BA
Jean Gueto Hub, PA
Mediação: Vânia Leal
Letícia Grappi, BA
Gabriela Gaia, ES/BA
Jean Gueto Hub, PA
Mediação: Vânia Leal
Levy Cardoso, PA
Cristine Takuá, MG
Rastros de Diógenes, RJ
Mediação: Lilian Kelian
Levy Cardoso, PA
Cristine Takuá, MG
Rastros de Diógenes, RJ
Mediação: Lilian Kelian
Ester Carro, SP
Pedro Alban, BA
Emanuel Franco, PA
Mediação: Sabrina Fontenele
Ester Carro, SP
Pedro Alban, BA
Emanuel Franco, PA
Mediação: Sabrina Fontenele
16H—18H
Local: Ateliê 4
Com Pedro Alban, BA
Atividade gratuita com certificado
Esta oficina busca produzir, a partir de contatos com a obsolescência em São Paulo, uma nova percepção do lixo – conceito entendido como crise e possibilidade contemporânea.
16H—18H
Local: Ateliê 4
Com Pedro Alban, BA
Atividade gratuita com certificado
Esta oficina busca produzir, a partir de contatos com a obsolescência em São Paulo, uma nova percepção do lixo – conceito entendido como crise e possibilidade contemporânea.
Um dos mais renomados climatologistas do país e um dos cientistas brasileiros mais conhecidos mundialmente. Com graduação em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica-ITA em 1974 e doutorado em Meteorologia pelo Massachusetts Institute of Technology-MIT em 1983. Foi pesquisador do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). É atualmente pesquisador colaborador do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP) e o Copresidente do Painel Científico para a Amazônia.
Arquiteta e urbanista, professora na Faculdade de Arquitetura da UFBA, em Salvador (BA), interessada em projetos, pesquisas e práticas criativas interdisciplinares, nas quais busca aproximar o campo da história da arquitetura e das cidades com os estudos negros e feministas, atuando em publicações, exposições, projetos curatoriais, assessorias e formação.
Nascido e criado no bairro periférico Jurunas, em Belém (PA), é um ativista, engenheiro cartógrafo e produtor cultural. Fundou o Sebo do Gueto em 2018 e o Gueto Hub em 2020, promovendo leitura e empreendedorismo na comunidade. Aliando a cultura à luta climática, ajudou a criar a COP das Baixadas para debater justiça climática nas periferias.
Arquiteta pela UFBA, trabalha com projetos e obras de baixo impacto ambiental. Co-criadora do mapadaterra.org, um mapeamento colaborativo de construções com materiais naturais. Conselheira da Rede TerraBrasil. Foi revisora técnica do livro Manual de Construção com Terra, do Gernot Minke. Compôs a Coordenação do Congresso TerraBrasil 2024. Criadora do grupo Mulheres na Bioconstrução.
Nascido em 17 de Janeiro de 1966, na cidade de Belém (PA), Brasil, com vivência profissional, na terceira geração em transmissão de conhecimento, desenvolvimento de processos experimentais e tecnológicos. Levy Cardoso, ceramista, recebeu influência na história de antigas civilizações que habitaram a Amazônia, com base na cultura do barro, objeto da arqueologia e iconografia de povos originários, uma inquietação de tempo, espaço, movimento, saber fazer, sentir, descobrir e compreender o Ser pelo caminho da plástica na atividade cerâmica.
Filósofa, educadora, aprendiz de parteira, formada em Filosofia pela UNESP. Foi professora por doze anos na Escola Estadual Indígena Txeru Ba’e Kuai’. É representante do NEI (Núcleo de Educação Indígena) dentro da Secretaria de Educação de SP e membro fundadora do FAPISP ( Fórum de Articulação dos Professores Indígenas do Estado de SP). É diretora do instituto Maracá que está fazendo a gestão compartilhada do Museu das Culturas Indígenas em SP. Atualmente é coordenadora da Ação colaborativa Escolas Vivas em parceria com Selvagem, Ciclo de estudos sobre a vida. Vive na Terra Indígena Rio Silveira, localizada na divisa dos municípios de Bertioga e São Sebastião.
Artista visual, educadora ambiental e pesquisadora. É fundadora do Terreiro Afetivo, laboratório de artes e ecologias decoloniais. Apresentou seu trabalho em mostras, publicações e residências artísticas nacionais e internacionais, vive em Niterói em conexão com outras paisagens do mundo.
Arquiteta e ativista, presidente do Instituto Fazendinhando, que atua em favelas na cidade de São Paulo, destaque Forbes Under 30 (2023) na categoria design, doutoranda bolsista em Urbanismo Contemporâneo e professora na Universidade Presbiteriana Mackenzie, Mestre em Arquitetura e Urbanismo (2019) com ênfase em planejamento urbano pela FIAM – FAAM Centro Universitário, especialista em Urbanismo Social (2021) pelo Insper e em Habitação e Cidade (2021) pela Escola da Cidade.
Artista visual/Curador. Iniciou sua produção artística desde a década de 70 participando de exposições, salões de arte e outras manifestações culturais em Belém e outras cidades do País e Exterior, como artista selecionado e premiado. Realizou sua primeira exposição individual em 1982 na extinta Galeria Angelus do Teatro da Paz. Diretor da Galeria de Arte da UNAMA e Curador do Salão UNAMA de Pequenos Formatos até 2015. Atualmente exerce a direção do Museu de Arte Sacra/ SIM/SECULT-PA.
Arquiteto e artista visual nascido em Salvador. Seu trabalho envolve a construção e seus processos práticos ou afetivos: fluxos de materiais, implicações ecológicas, memória. Fez parte do coletivo Mouraria 53, que, entre outras ações, dedicou-se à renovação de um antigo casarão no centro histórico de Salvador utilizando restos de mais de 60 demolições ocorridas na cidade.
Francelino Mesquita, Poluição dos rios através do garimpo, da série Rios amazônicos, 2024
(foto: Ricardo Miyada)
Francelino Mesquita, Poluição dos rios através do garimpo, da série Rios amazônicos, 2024
(foto: Ricardo Miyada)