Seminário Ensaios para o Museu das Origens — Políticas da Memória
Programa público
ATIVIDADES PRESENCIAS E PAGAS
Passada
Evento reúne presencialmente, ao longo de cinco dias, pesquisadores, museólogos, artistas, curadores, gestores e lideranças comunitárias brasileiros e internacionais
Resultado de extensa pesquisa dos curadores Ana Roman, Izabela Pucu e Paulo Miyada, o seminário Ensaios para o Museu das Origens: políticas da memória reúne uma gama inédita de representantes de instituições, coletivos e pessoas mobilizadas em manter e difundir a memória das bases culturais brasileiras, muitas vezes atravessadas por práticas de apagamento da história.
Dedicado a discutir as políticas de memória e as maneiras pelas quais elas são preservadas e compartilhadas, o seminário conta com Daiara Hori Figueroa Sampaio, Mario Chagas e a Plataforma Mario Pedrosa atual como organizadores convidados de sessões específicas.
Múltiplos temas serão abordados: desde processos de restituição e reparação contracolonial de acervos até a patrimonialização de bens culturais imateriais, passando por testemunhos da criação e renovação de lugares de memória de diversas escalas, contextos e campos de conhecimento. Deslize a página para conferir a programação completa.
As atividades propostas são presenciais, pagas e abertas ao público em geral mediante inscrição prévia — o Seminário acontece nas dependências do Instituto Tomie Ohtake.
Bolsas integrais de participação serão oferecidas para grupos prioritários, saiba mais na aba “Participe“.
Agradecemos o patrocínio da Petrobras, ao Ministério da Cultura, Lei de Incentivo à Cultura, Programa Nacional de Apoio à Cultura e Governo Federal – Brasil, União e Reconstrução.
- – Consulte o valor para participação em atividades avulsas do Seminário (de R$15 a $35).
- – Para solicitação de bolsas de gratuidade, acesse o formulário neste link.
Com Ana Roman, Izabela Pucu e Paulo Miyada
MESA-REDONDA
PARTICIPANTES
Bianca Santana, Gabriela Moulin e Maria Marighella
MESA-REDONDA
PARTICIPANTES
Andrea Hygino, Carmen Silva, Nelson Sanjad e Sidnéa Santos
DEBATEDORA
Lilian Kelian
SINOPSE
Encontro entre esforços coletivos de articulação para a constituição de lugares de interesse público que abrangem a construção de memórias e repertórios compartilhados – incluindo perspectivas acerca da Galeria Reocupa da Ocupação 9 de Julho (SP), da história afrobrasileira de Ouro Preto (MG), do Museu Paraense Emilio Goeldi (PA) e do Cais do Valongo (Rio de Janeiro). Entre modos de organização colaborativa, disputas por legitimidade de grupos sociais e interpelações à sociedade, os casos discutidos são exemplos de gestos que contribuem para a instituição de políticas da memória no Brasil.
CONFERÊNCIA
PARTICIPANTES
Glicéria Tupinambá e Manthia Diawara
DEBATEDOR
Paulo Miyada
SINOPSE
Encontro de duas perspectivas críticas acerca de processos de restituição de patrimônios africanos e indígenas em territórios europeus. Glicéria Tupinambá trará sua experiência junto ao manto tupinambá como parte integral da identidade e cultura de seu povo, enquanto Manthia Diawara discutirá a partir de suas posições públicas acerca das políticas de repatriação de objetos africanos espoliados por nações europeias. Seus depoimentos são testemunhos de que o que está em jogo é mais amplo do que o deslocamento material de objetos museológicos.
OFICINA
PARTICIPANTES
Glaucia Villas Bôas, Luiza Mader e Sabrina Parracho
SINOPSE
Com apoio de bibliografia e de material documental do crítico Mario Pedrosa, serão discutidas as proposições do Museu de Imagens do Inconsciente (1952), dos museus modernos brasileiros, do Museu de Brasília (1958), da VI Bienal de São Paulo (1961) e do Core da Universidade de São Paulo (1962).
OFICINA
PARTICIPANTES
Milton Guran e Yussef Campos
DEBATEDORA
Julia Cavazzini
SINOPSE
Estudos de casos e reflexões sobre os dispositivos de patrimonialização no Brasil com panorama histórico e foco em conquistas e desafios que marcaram as últimas décadas e se descortinam para o futuro da articulação entre memória e política, incluindo a relevância da patrimonialização de bens culturais imateriais para os direitos indígenas e o processo de tombamento do sítio arqueológico do Cais do Valongo.
MESA-REDONDA
PARTICIPANTES
Ana Pato, André Luís Sant’Anna, Dainis Karepovs e Gabrielle Abreu
DEBATEDORES
Francisco Alambert e Juliana Alves
SINOPSE
A pesquisa e o debate público sobre arquivos relativos às violências perpetradas pela ditadura militar no Brasil, assim como às resistências contra ela, constituem parte importante do fortalecimento da democracia. Trata-se, também, de práticas capazes de reconhecer protagonismos e resistências ainda pouco reconhecidas pela história nacional. A mesa reúne múltiplas perspectivas de pesquisa e gestão de acervos para exemplificar essas dinâmicas e debater políticas necessárias para instituí-las frente a processos de desarticulação e apagamento.
CONFERÊNCIA
PARTICIPANTES
Ana Roman, Izabela Pucu, Lia Colombino e Paulo Miyada
DEBATEDORES
Gleyce Kelly Heitor e José Eduardo Ferreira Santos
SINOPSE
Lia Colombino traz aspectos da história e do presente do pioneiro e abrangente Museo del Barro, criado em 1979 em Assunção (Paraguai) a partir da coleção iniciada por Olga Binder e Carlos Colombino; os organizadores do seminário trazem ponderações atuais sobre a proposição do Museu das Origens por Mario Pedrosa em 1978, durante os debates para a recuperação do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, que havia sido acometido por um incêndio. Entre esses precedentes, forma-se uma conversa sobre possibilidades de imaginar práticas e políticas da memória imbuídas de projetos coletivos democráticos em sociedades marcadas por diferenças, exclusões e silenciamentos.
OFICINA
PARTICIPANTES
Izabela Pucu, Luciara Ribeiro e Patricia Correa
SINOPSE
Com apoio de bibliografia e de material documental do crítico Mario Pedrosa, serão discutidas as proposições do Museu da Solidariedade (1972), Museu das Origens (1978) e Alegria de Viver, Alegria de Criar (1977).
OFICINA
PARTICIPANTES
Dalton Martins e Rafael Vitor Barbosa Sousa
DEBATEDORA
Ana Roman
SINOPSE
A oficina introduz metodologias e práticas para a criação e manutenção de acervos digitais, abordando ferramentas de digitalização, organização, catalogação e preservação, com foco na aplicação prática e troca de experiências entre os participantes. Estarão reunidas experiências amadurecidas no desenvolvimento da plataforma digital Tainacan e em práticas de arquivo do Centro Cultural São Paulo.
MESA-REDONDA
PARTICIPANTES
Dandara Almeida, Fernando Gomes de Andrade, Hédio Silva, Marcelo Bernardo da Cunha, Mãe Nilce de Iansã e Rinaldo Carvalho Barbosa
DEBATEDOR E ORGANIZADOR
Mario Chagas
SINOPSE
A mesa reúne de forma inédita lideranças religiosas, juristas e diretores de museus e institutos nos quais estão depositadas coleções de objetos sagrados de matriz afro-ameríndia, saqueados pelo Estado brasileiro em terreiros de Umbanda e Candomblé ao longo do século XX. Além de discutir a natureza conflituosa da formação desses acervos, o objetivo da mesa é estabelecer uma rede de cooperação entre essas instituições e os movimentos sociais.
OFICINA
PARTICIPANTES
Cauê Alves, Daniel Rangel, Fernanda Pitta e Raquel Barreto
DEBATEDORA
Amanda Sammour
SINOPSE
Encontro entre profissionais envolvidos na condução do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, do Museu de Arte Contemporânea da Bahia, Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, visando uma troca franca e compartilhada sobre os desafios atuais dessas instituições e sobre o seu papel na constituição de políticas de memória dentro e fora do campo artístico.
OFICINA
PARTICIPANTES
Claudio Rubino, Divina Prado e Francisco Valdean
SINOPSE
Discussões sobre estratégias práticas para ampliar o acesso e a acessibilidade em museus, focando em soluções inclusivas que atendam às necessidades de diversos públicos.
MESA-REDONDA
PARTICIPANTES
Antônia Kanindé, Eliel Benites e Fernanda Kaingáng
DEBATEDORA E ORGANIZADORA
Daiara Hori Figueroa Sampaio
SINOPSE
Discussão sobre as perspectivas das políticas da memória indígena hoje, refletindo sobre ações em múltiplas escalas de atuação e sobre a urgente reelaboração crítica de lógicas e discursos forjados ao longo da história do país. Traz perspectivas do Museu Nacional dos Povos Indígenas, do Departamento de Línguas e Memória do Ministério dos Povos Indígenas e da Rede Indígena de Memória e Museologia Social do Brasil – Núcleo Ceará.
CONFERÊNCIA
PARTICIPANTES
Elizabeth Povinelli e Eduardo Góes Neves
DEBATEDORA
Ana Roman
SINOPSE
Reunindo dois pesquisadores que têm refletido acerca da distinção imposta pela modernidade entre as noções de natureza e cultura, a conferência parte da compreensão do próprio planeta Terra como guardião de memórias que desafiam nossos ideais de tempo e existência, propondo uma reflexão sobre o reconhecimento e a preservação dessas memórias no contexto contemporâneo a partir das variadas interseções entre os campos da antropologia e da arqueologia.
OFICINA
PARTICIPANTES
Amara Moira, Bruno Oliveira e Diambe
DEBATEDORAS
Julia Cavazzini e Kaya Fernanda Valim
SINOPSE
A oficina abordará dissidências de gênero como forças de memória e resistência, abordando histórias e vivências que desafiam normas estabelecidas. Com foco na linguagem como instrumento central, o encontro discutirá como narrativas LGBTQIA+ são preservadas e divulgadas, utilizando a palavra como um espaço de luta e afirmação identitária. A sessão destaca o papel da linguagem na resistência contra opressões estruturais e na promoção da diversidade de vozes e perspectivas.
OFICINA
PARTICIPANTES
Augusto Leal e José Eduardo Ferreira Santos
DEBATEDORA
Sabrina Fontenele
SINOPSE
A oficina propõe a criação de um museu coletivo. Os participantes compartilham as experiências de criação do Acervo da Laje (Salvador, BA) e dos espaços da Residência Arte Comprida (Simões Filho, BA), abordando a importância da participação coletiva na preservação da memória local e na valorização cultural, através de métodos práticos e colaborativos.
MESA-REDONDA
PARTICIPANTES
Elielton Ribeiro, Josi, Marian Rodrigues e Moacir dos Anjos
DEBATEDORA
Sabrina Fontenele
SINOPSE
Como instituições criadas para zelar de um campo da memória concebem suas atuações dentro de um sentido coletivo de cultura, em relação com territórios marcados por disputas, traumas e pautas sociais urgentes? Uma discussão entre lugares em processo de revisão de sua história e missão, incluindo perspectivas acerca do Museu de Arte Osório Cesar (SP), do Parque Nacional Serra da Capivara e do Instituto Olho d’Água (PI), do Museu do Homem do Nordeste (PE) e do Vale do Jequitinhonha (MG).
CONFRATERNIZAÇÃO E ENCERRAMENTO
Pré-estreia do filme Estamos Aqui (2023/2024), de Yael Bartana, com participação do Coral Tradição e do Bloco Afro Ilú Obá de Min, e show de Spirito Santo & MusikEletroFolk.
*LOCAL
Casa do Povo – Rua Três Rios, 252 – 1º andar – Bom Retiro, São Paulo – SP, 01123-000
Sujeito à lotação.
Mestranda do Programa de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte (PGEHA/USP). Historiadora, formada pela FFLCH-USP, atua entre os estudos curatoriais, a comunicação e a história da arte. Foi supervisora de comunicação no MASP (São Paulo). Integrou, entre 2018 e 2020, o Núcleo de Pesquisa e Curadoria da Pinacoteca de São Paulo, e atuou como assistente de curadoria em diversas exposições. É Gerente de Comunicação do Instituto Tomie Ohtake.
Travesti, feminista, doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e autora dos livros “E se eu fosse puta” (n-1 edições, 2023) e “Neca + 20 Poemetos Travessos” (O Sexo da Palavra, 2021). Além disso, ela é colunista do UOL Esporte e da plataforma Fatal Model. Atualmente atua como Coordenadora de Exposições, Programação Cultural e do Núcleo Educativo no Museu da Diversidade Sexual, em São Paulo.
Curadora, pesquisadora e Diretora Técnica do Memorial da Resistência de São Paulo, Ana Pato é doutora em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP e mestre em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina. Curou exposições como “Mulheres em Luta! Arquivos de Memória Política” (2023) e “Meta-Arquivo: 1964-1985” (2019). Foi curadora-chefe da 3ª Bienal da Bahia (2014) e autora de “Literatura Expandida” (2012).
É mestre em Geografia (FFLCH-USP), Pós-Graduada em Estudos Brasileiros (FESP/SP) e é doutoranda da FAU-USP. Foi curadora assistente da 34a Bienal de Arte de São Paulo (2021), membro do Comitê de Indicação do Prêmio PIPA 2022 e 2024 e curadora do Pivô entre 2022 e 2023. Atualmente é coordenadora de conteúdo do grupo de pesquisa Academia de Curadoria, contribui regularmente para a plataforma Piscina. É superintendente artística do Instituto Tomie Ohtake.
Coordenador da Graduação em Psicologia da UNESA/Cabo Frio/RJ e professor da UNESA, Andre Luís de Oliveira de Sant’Anna possui doutorado em Psicologia Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2022), e mestrado em Relações Étnico-raciais pelo Programa de Pós-Graduação em Relações Étnico-raciais do Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio de Janeiro (área interdisciplinar) (2016), desenvolve pesquisa sobre o Relatório Figueiredo e a Casa do Índio no Rio de Janeiro em suas Relações com a História da Psicologia. Também possui graduação em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2011).
Artista visual e arte-educadora e professora, Bacharela em Artes Visuais (UERJ) e Mestra em Linguagens Visuais (UFRJ). Foi professora em instituições como UERJ e UFRJ, e atualmente é curadora educativa da 14ª Bienal do Mercosul. Nos últimos anos expôs em espaços nacionais e internacionais de referência, além de ter participado de diversas residências artísticas.
Indígena da etnia Kanindé, do município de Aratuba, Ceará, é bacharel em museologia pela UFRB e mestranda em Antropologia PPGA-UFC/UNILAB. Foi Servidora Pública da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, no ano de 2022, e atualmente é Orientadora de Defesa e Promoção da Secretaria dos Povos Indígenas do Estado do Ceará. Integra a equipe de Coordenação do Museu Kanindé, o grupo de comunicadores Juventude Indígena Conectada (JIC) e a Rede Indígena de Memória e Museologia Social no Brasil.
Artista de Simões Filho, Bahia. Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia. Entende a arte como prática libertadora pois por meio dela consegue elaborar as questões que lhe atravessam e fabular novos mundos. Junto com moradores e artistas da cidade criou, em 2023, o MASF- Museu de Arte de Simões Filho. O museu ocupa uma escadaria na principal avenida de Simões Filho. No mesmo ano a iniciativa foi contemplada com o Prêmio Museu é o Mundo.
Doutora em ciência da informação pela USP com tese sobre memória e escrita de mulheres negras, e Mestra em educação pela mesma instituição. Diretora-executiva da Casa Sueli Carneiro, colunista da Folha e comentarista do Jornal da Cultura. Professora titular da Faap e convidada na pós-graduação da FGV. Autora de livros como Continuo preta: a vida de Sueli Carneiro e Quando me descobri negra. Organizadora de coletâneas como Inovação Ancestral de Mulheres Negras. Associada da SOF e membro dos conselhos da Casa do Povo e Instituto Toriba.
Educador e artista visual. Doutor em Artes Visuais pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). Mestre em Estudos Interdisciplinares Latino-Americanos (UNILA/PR), especialista em Artes Plásticas e Contemporaneidade (UEMG/MG) e graduado em Ciência da Computação (FUMEC/MG). É pesquisador do MALOCA – Grupo de Estudos Multidisciplinares em Urbanismos e Arquiteturas do Sul da UNILA, com investigações sobre expressões visuais, arquitetura e cidades latino-americanas. É educador e artista no JAMAC (Jardim Miriam Arte Clube), um ateliê de artes visuais e cidadania na zona sul de São Paulo, e pesquisador do Acervo Bajubá, projeto comunitário de registro de memórias das comunidades LGBT+ brasileiras.
Cauê Alves é professor do Departamento de Artes da FAFICLA, PUC-SP e desde 2020 é curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Entre 2016 e 2020 foi curador-chefe do Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia, MuBE. Em 2015 foi curador assistente do Pavilhão Brasileiro da 56ª Bienal de Veneza e, em 2011, foi curador-adjunto da 8ª Bienal do Mercosul. É autor de diversos textos sobre arte, estética, crítica e curadoria de arte.
Carmen Silva, ativista destacada pelo direito à moradia e líder do Movimento dos Sem-Teto do Centro (MSTC) em São Paulo. O MSTC, cerca de 80% dos integrantes são mulheres, materializando a importância do papel feminino na mobilização e reivindicação por direitos básicos que a moradia é catalisadora. Hoje Carmen é assessora especial de diversidade no MDIC, professora no INSPER e tem incidência em várias instruções e organizações no Brasil por meio de coletivos. Sua liderança evidencia como o ativismo e a gestão comunitária podem ser fundamentais.
É Coordenador de Acessibilidade no Instituto Tomie Ohtake. Pessoa com deficiência, gay, atuante na luta anticapacitista e acessibilidade na cultura. Formado em Educação Artística (Faculdade BA – SP), pós-graduado em Educação Inclusiva com ênfase em Deficiências Múltiplas (UNIFESP). Mestrando em Artes da Cena (ESCH e Escola IC). Membro do Comitê Diversidade e Inclusão do IDBrasil, mentor de artistas com deficiência do programa Entre Arte e Acesso (IC), professor do SESC CPF e consultor para cultura DEF.
Duhigô, do povo indígena Tukano – Yé’pá Mahsã, clã Eremiri Hãusiro Parameri do Alto Rio Negro na amazônia brasileira, nascida em São Paulo. Artista, ativista, educadora e comunicadora. Graduada em Artes Visuais e Mestre em direitos humanos pela Universidade de Brasília – UnB; pesquisa o direito à memória e à verdade dos povos indígenas; foi coordenadora da Rádio Yandê, primeira web-rádio indígena do Brasil. Ganhadora do Prêmio PIPA Online 2021. Participou da 34a Bienal de São Paulo e realizou exposições no MAR- Museu de Arte do Rio e Museu Nacional da República. Estuda a cultura, história e espiritualidade tradicional de seu povo junto à sua família. Reside em Brasília, DF.
Mestre e doutor em História pela USP, com pós-doutorado pela Unicamp. Entre 1998 e 2006 assumiu a diretoria da Divisão de Arquivo Histórico da Alesp, onde se aposentou em 2019. Foi coordenador do Centro Sérgio Buarque de Holanda da Fundação Perseu Abramo, entre 2007 e 2013, além de ter fundado em 1981 e presidido o Centro de Documentação do Movimento Operário Mario Pedrosa (Cemap) entre 1993-2013. Autor do livro autor Pas de politique Mariô! Mario Pedrosa e a política (2017).
Engenheiro Elétrico (Unicamp), mestre em Engenharia da Computação (Unicamp) e doutor em Ciências da Informação (USP), é professor na UnB e na UFSCar. Atualmente é responsável pela Coordenação Geral de Sistemas de Informação Museal, do IBRAM. Pesquisa repositórios e acervos digitais, estratégias de interoperabilidade de sistemas de informação, dados abertos ligados, ciência de dados e aprendizagem de máquina com ênfase na análise de objetos digitais. Coordena o projeto de pesquisa Tainacan – software livre para a construção social de repositórios digitais.
Nome de batismo Ildaci Francisca de Almeida, 44 anos, é mãe, mulher negra, pertencente a religião de matriz africana e de origem quilombola, é sétima de 13 irmãos, filha de Maria de Jesus Almeida e Antônio Francisco de Almeida. Possui formações multidisciplinares em diversas instituições, como SP Escola de Teatro, MASP e Faculdade Zumbi dos Palmares. Atuou como Coordenadora da Casa de Cultura São Mateus e, neste momento, ocupa o cargo da Diretora Geral do Centro Cultural São Paulo.
Doutorando e mestre em Artes Visuais pela USP, é Diretor do Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC_Bahia), curador do Prêmio Museu é Mundo e sócio da empresa N+1 Arte Cultura. Atuou como curador-chefe do MAM Bahia, diretor artístico do ICCo e diretor da Diretoria de Museus da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, além de realizar a curadoria de diversos eventos e exposições.
Artista que nasceu no Rio e trabalha em São Paulo. Seu corpo de trabalho é marcado pelo uso de matérias vivas, como pinturas em têmpera ovo e esculturas modeladas em cera de abelha, sendo recorrente também o recurso de tecidos, raízes alimentares amefricanas, gravuras e coreografias que relacionam arquiteturas com movimentos espontâneos em elaborações plurais.
É educadora, pesquisadora e editora. É formada em Comunicação Social pela ECA-USP e atua há mais de dez anos nos cruzamentos entre educação, arte e cultura. Desde 2016 pesquisa e desenvolve materiais educativos em instituições culturais. Atualmente é especialista em editoração e conteúdo no Instituto Tomie Ohtake e paralelamente trabalha com pesquisa, produção de conteúdo e consultoria para projetos educativos.
Graduado em História pela Universidade de São Paulo, Mestre e Doutor em Antropologia pela Universidade de Indiana e Livre-Docente pela Universidade de São Paulo. Professor Titular e Diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo. Membro da Comissão Editorial do Annual Review of Anthropology (2022-2025). Ganhador do Prêmio de Pesquisa do Shanghai Archaeological Forum em 2019. Autor dos livros “Sob os tempos do Equinócio: 8.000 anos de História na Amazônia Central” e “Arqueologia da Amazônia”.
Possui graduação em Licenciatura Indígena Teko Arandu (UFGD), Mestrado em Educação (UCDB) e Doutorado em Geografia (UFGD). É professor adjunto da Faculdade Intercultural Indígena FAIND/UFGD. Tem experiência na formação de professores indígenas Guarani e Kaiowá e faz parte do Movimento dos Professores Guarani e Kaiowá/MS (MPGK), membro da Associação de Realizadores Indígenas (ASCURI), foi diretor da Faculdade Intercultural Indígena e atualmente Diretor do Departamento de Línguas e Memória no Ministério dos Povos Indígenas.
Bacharel em História da Arte (Unifesp) e mestrando em Museologia (USP). Pesquisador, curador e gestor do acervo do Museu de Arte Osório Cesar, no Complexo Hospitalar do Juquery, em Franco da Rocha. O acervo é formado pelas produções de artistas-pacientes da ala psiquiátrica do hospital, como Ubirajara Ferreira Braga, estudado por Elielton em sua dissertação de mestrado e que esteve em destaque na mostra “Ensaios para o Museu das Origens” (2023/2024) no Instituto Tomie Ohtake e no Itaú Cultural.
Professora de Antropologia e Estudos de Gênero na Universidade Columbia, onde ocupa a cátedra Franz Boas. Doutorada em Antropologia pela Universidade Yale, foi diretora do Institute for Research on Women and Gender e codiretora do Centre for the Study of Law and Culture. Membra da American Academy in Berlin e da Australian Academy of the Humanities, é também uma das fundadoras do Karrabing Film Collective, premiado internacionalmente. Autora de oito livros, Povinelli recebeu o prêmio Lionel Trilling em 2017 por “Geontologias: Um réquiem para o liberalismo tardio”.
Pertencente ao povo indígena Kaingáng do Sul do Brasil, foi a primeira advogada indígena formada no Sul do país, mestra em Direito pela UnB e doutora em Patrimônio Cultural e Propriedade Intelectual pela Universidade de Leiden. Foi assessora da presidência da Funai e membro fundador do Instituto Kaingáng (Inka) e do Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual (Inbrapi). Atua na proteção do patrimônio indígena no contexto internacional e é diretora do Museu Nacional dos Povos Indígenas.
Professora doutora na Divisão de Pesquisa em Arte, Teoria e Crítica do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. É pesquisadora principal no Projeto de Pesquisa Decay Without Mourning, Future Thinking Heritage Practices (Riksbankens Jubileumsfond), dedicado a refletir sobre as relações entre museus e a arte indígena.
Nasceu em Maceió, Estado de Alagoas, é médico, especialista em cirurgia plástica, mestre e doutor pela Escola Paulista de Medicina – Universidade Federal de São Paulo; assistente estrangeiro pela Universidade de Paris VII – Hospital Saint Louis; membro da Academia Alagoana de Medicina, do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas e membro correspondente do Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Pernambuco, pesquisador das tradições afro-religiosas no Brasil. Publicou: A Saúde em Alagoas no Brasil Império – Caminhos e Descaminhos, Memória das Alagoas e LEGBA – A Guerra Contra o Xangô em 1912.
Professor de História Social da Arte e História Contemporânea na USP. Crítico de arte e membro do Conselho da Fundação Bienal de São Paulo. Autor de diversos livros, catálogos e artigos sobre arte no Brasil e no exterior, entre eles Mário Pedrosa: revolução sensível (com Everaldo Andrade e Marcelo Mari, editora SESC/Perseu Abramo, 2023); História, arte e cultura ( Editora Intermeios, 2021) e Bienais de São Paulo: da era do Museu à era dos curadores (editora Boitempo, prêmio Jabuti 2004).
Fotógrafo popular e artista pesquisador das imagens das favelas da Maré no Rio de Janeiro., é Doutor em Arte e Cultura Contemporânea (UERJ). Em 2019 fundou o Museu da Imagem Itinerante da Maré – MIIM, um projeto museológico dedicado a compilar um acervo histórico-poético das imagens da Maré. Este museu, simbolizado por uma caixa de papelão de 37 cm por 26 cm e 15 cm de altura, busca preservar e difundir a riqueza visual e cultural dessa comunidade única.
Diretora Executiva do Instituto Tomie Ohtake. Formada em Jornalismo, com pós-graduação em relações públicas pela USP e mestrado em arquitetura e urbanismo pela UFMG, trabalha há mais de 20 anos em planejamento e gestão de instituições e projetos de cultura, investimento social privado (em educação e desenvolvimento territorial) e alinhamento com políticas públicas. Entre 2019 e fevereiro de 2022 foi presidente do Instituto BDMG Cultural.
Historiadora formada pelo Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IH/UFRJ) e Mestra em História Comparada pelo Programa de Pós-Graduação em História Comparada da mesma universidade (PPGHC/UFRJ). Atuou como Coordenadora Executiva da área de Memória, Verdade e Justiça do Instituto Vladimir Herzog, além de pesquisadora no Instituto de Estudos da Religião (ISER) e na Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp). Hoje, ocupa a Diretoria de Processamento Técnico, Preservação e Acesso ao Acervo do Arquivo Nacional do Brasil.
Socióloga e professora titular aposentada da UFRJ, Glaucia Villas Bôas é pesquisadora do CNPq e membro do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Publicou extensamente em teoria sociológica, pensamento social e sociologia da cultura, com foco recente na sociologia da arte. Autora dos livros “Forma Privilegiada” (2022) e “Mario Pedrosa, Crítico de Arte e da Modernidade” (2023).
Educadora, pesquisadora e museóloga (1982, Recife-PE). Licenciada em História (UFPE), mestra em Museologia e Patrimônio (Unirio-Mast) e doutora em História Social da Cultura (PUC Rio). Atualmente é diretora de Educação do Instituto Inhotim. Foi diretora de Educação e Pesquisa na Oficina Francisco Brennand (PE), diretora do Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake (SP), gerente de Educação e Participação do MAM Rio (RJ), coordenadora pedagógica da Elã – Escola Livre de Artes (Galpão Bela Maré – Observatório de Favelas – RJ), coordenadora de ensino da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ) e assessora e coordenadora pedagógica da Escola do Olhar – Museu de Arte do Rio (RJ).
Artista, pesquisadora e ativista Tupinambá, é mestranda em Antropologia Social pela UFRJ. Liderança feminina da aldeia Serra do Padeiro, dirigiu o documentário premiado “Voz das Mulheres Indígenas”. É vencedora do Prêmio PIPA 2023 e participou da 60ª Bienal de Veneza, pesquisando o acesso aos museus e artefatos Tupinambá. Foi curadora do projeto Manto em Movimento, em 2023, com uma exposição na Casa do Povo (São Paulo) e uma série de visitas do Manto Tupinambá em diversos espaços culturais da cidade.
Advogado, Mestre em Direito Processual Penal e Doutor em Direito Constitucional pela PUC-SP; ex-Secretário de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo (2005-2006). Autor de teses, livros e artigos sobre racismo religioso. Coordenador Executivo do IDAFRO – Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-brasileiras e fundador do JUSRACIAL. Advogado das Religiões Afro-brasileiras no STF.
Doutora em História e Crítica da Arte (UFRJ). Coordenadora geral da Plataforma Mario Pedrosa atual desde 2018 e pesquisadora associada do projeto Amérique Latine no Oficial. (Centre Georges Pompidou). Vencedora do Prêmio Jabuti, 2020. Co-organizadora do livro Mario Pedrosa Atual (MAR) e de seminários como Vetores do Sul: Mario Pedrosa, crítica de arte e política na América Latina (CPF/SESC). Co-curadora da Exposição Ensaios para o Museu das Origens (Tomie Ohtake/Itáu Cultural).
Mestre em Ciência Política pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente desenvolve pesquisa de doutorado sobre o pensamento político de Mario Pedrosa, também na Unicamp. Se formou em Ciências Sociais na USP e atua paralelamente nas áreas do design e das artes gráficas.
Professor, pesquisador e fundador do Acervo da Laje. Pedagogo (UCSal), mestre em Psicologia (UFBA) e doutor em Saúde Pública (UFBA), realizou pós-doutorado em Cultura Contemporânea (UFRJ). É curador e responsável junto com Vilma Santos pelo Acervo da Laje, que reúne obras artísticas e históricas do Subúrbio Ferroviário de Salvador e de toda a cidade, além de autor de inúmeros livros.
Nascida em Itamarandiba, criada em Carbonita, no Vale do Jequitinhonha-MG, Josi vive e trabalha entre Caeté e Belo Horizonte (MG). É graduada em Letras pela UFMG e em Artes Plásticas pela Escola Guignard-UEMG. Em suas pesquisas, Josi quara saberes que vão se acumulando nas mãos no dedilhar da vida, com trânsito pelo lavar, o desenho, a cozinha, a cerâmica, o tecer, a pintura, o fiar, a escrita. Com esses treinamentos vários ela desfia e tece receitas de ocupar tempos e espaços no mover de suas subjetividades.
Artista, curadora e educadora. Atualmente, é curadora no Instituto Tomie Ohtake e realiza pesquisas independentes com ênfase em pedagogia na arte contemporânea, processos curatoriais e culturas alimentares. Trabalha com arte-educação desde 2012 em instituições culturais, como Fundação Bienal de São Paulo, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – MASP e Sesc. Foi curadora da 6ª edição do projeto Arte e Sabor e coordenou o educativo da 11ª Mostra 3M.
Mulher trans, educadora, pesquisadora, multiartista e produtora, nascida e criada na Zona Leste da cidade de São Paulo. É técnica em vestuário, desenhista de moda e costureira formada pela escola Senai Eng. Adriano José Marchini. Tem foco em produção de artes integradas, visando a especialização em Arte Têxtio (Têxtil + Texto). Atualmente integra a Ação Educativa do Instituto Tomie Ohtake.
Nascida em Assunção, é mestre em Museologia pela Universidade de Valladolid e doutoranda em Artes pela UNA (Argentina). É diretora do Museu de Arte Indígena do Centro de Artes Visuais/Museo del Barro desde 2008 e professora no Instituto Superior de Arte da Universidad Nacional de Asunción. Membro da Red Conceptualismos del Sur e cofundadora de Ediciones de la Ura, integra o projeto “CowDom” da Universidade Ca’Foscari. Coordena o Abrapalabra-Taller de Escritura desde 2000.
Superintendente de Educação no Instituto Tomie Ohtake. Formada em História pela Universidade de São Paulo e estudante de psicanálise no Centro de Estudos Psicanalíticos, tem uma trajetória profissional como coordenadora de programas e projetos educacionais em escolas, organizações da sociedade civil e instituições culturais. Pensar e praticar uma educação democrática e continente para os desejos de educandos e educadores é o centro de seus interesses, para onde convergem suas propostas de formação de educadores, de mediação em instituições de arte e cultura e da gestão de equipes educativas. No encontro com programas públicos e com a mediação educativa nas 31ª e 33ª Bienais de São Paulo, descortina-se em sua pesquisa sobre educação, o potencial da arte para promover “comuns sensíveis” que possibilitam diálogos transformadores e instauradores de comunidades.
Educadora, pesquisadora e curadora, nasceu em Xique-xique/Bahia e reside entre São Paulo e Goiânia. Mestre em História da Arte pela UNIFESP e pela Universidade de Salamanca, é graduada em História da Arte (UNIFESP) e técnica em Museologia pela ETEC/SP. Colabora com a Revista Contemporary And América Latina e o Projeto Afro. É docente na Faculdade Santa Marcelina e na FAAP, além de coordenar o setor de curadoria, educação e pesquisa no Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes.
Mestra e doutora em Teoria e História da Arte pela Universidade de São Paulo. Sua tese A Opção Museológica de Mario Pedrosa: Solidariedade e Imaginação Social em Museus da América Latina foi premiada pelo Comitê Brasileiro de História da Arte, na primeira edição do Prêmio CBHA de teses em História da Arte. Foi bolsista Santander da Universidad Complutense de Madrid, onde realizou o curso ‘Repensar el Museo’. Atualmente é professora efetiva do Instituto Federal de Brasília.
Coordenadora de projetos voltados para as questões de Direitos Humanos do Ilê Omolu Oxum, desde 1985, onde desenvolveu desde então sua habilidades para elaboração e gestão de recursos humanos e financeiros, bem como atividades sociais e culturais. É Membro Fundadora e Coordenadora Nacional do Renafro – Rede Nacional, participa do Conselho curatorial Coleção Nosso Sagrado, do Museu da República (RJ), e dos Conselho Nacional de Saúde e Conselho Estadual dos Direitos da Mulher.
Nativo do Mali, África Ocidental, é Distinguished Professor na NYU, onde ensina Literatura Comparada e Cinema, e escreve sobre a arte e cultura da Diáspora Africana. Autor premiado e cineasta, suas obras incluem publicações e filmes sobre cultura africana e negritude. Fundador e editor da revista Black Renaissance/Renaissance Noire.
Museólogo formado pela UFBA, mestre em Ciência da Informação (UFBA), doutor em História Social (PUC-SP) e pós-doutor em Museologia (Ulusófona, Portugal). É professor na UFBA e na Universidade Lusófona e atual Diretor do Museu Afro-Brasileiro da Universidade Federal da Bahia. Curador da Coleção de Arte Sacra do antigo Museu Antropológico Estácio de Lima. Pesquisa questões relacionadas às memórias e processos patrimoniais com ênfase em temas africanos e afro-brasileiros.
Bacharela em Letras pela Universidade Estadual do Piauí, doutora em Quaternário, Materiais e Culturas (2016) e mestre em Arqueologia Pré-Histórica e Arte Rupestre (2011) pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Portugal. Sócia-Fundadora do Instituto Olho d’Água, Chefe do Parque Nacional da Serra da Capivara (ICMBio) e pesquisadora associada ao Instituto Terra e Memória (PT) e Centro de Geociências da Universidade de Coimbra.
Poeta, museólogo, mestre em Memória Social e doutor em Ciências Sociais. É professor na Unirio, fundador do Ibram e pesquisador no Museu da República, com foco em museologia social.
Doutor em antropologia (EHESS, França) e fotógrafo, é especialista em cultura da Diáspora Africana, desenvolvendo pesquisas na África Ocidental desde 1994. Coordenou como consultor da UNESCO e do IPHAN o grupo de trabalho responsável pelo dossiê de candidatura do Sítio Arqueológico Cais do Valongo a Patrimônio Mundial, título obtido em 2017. Autor de diversas publicações, seu trabalho integra fotografia e antropologia com foco na herança africana no Brasil.
Moacir dos Anjos é Coordenador-Geral do Museu do Homem do Nordeste, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Foi curador da 29ª Bienal de São Paulo (2010) e das exposições Cães sem Plumas (MAMAM, Recife, 2014), A Queda do Céu (Paço das Artes, São Paulo, 2015), Emergência (Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro, 2017), Quem não luta tá morto (Museu de Arte do Rio, 2018), Raça, classe e distribuição de corpos (2018), Educação pela pedra (2019), Necrobrasiliana (2022) – as três últimas na Fundação Joaquim Nabuco –, Língua Solta (Museu da Língua Portuguesa, São Paulo, 2021), Negros na Piscina (Pinacoteca do Ceará, Fortaleza, 2022) – as duas últimas com Fabiana Moraes –, Mutirão. MCP | Movimento de Cultura Popular 1960-1964, (Fundação Joaquim Nabuco, 2024) e Arte Subdesenvolvida (Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, 2024). É autor dos livros Local/Global. Arte em Trânsito (Zahar, 2005), ArteBra Crítica(Automática/Martins Fontes, 2010), Contraditório. Arte, Globalização e Pertencimento (Cobogó, 2017) e Ataque à Indiferença. Ensaios sobre arte e política (Cobogó, 2024, no prelo).
Pesquisador no Museu Goeldi, dedica-se ao estudo transnacional da Amazônia. Estuda a circulação de naturalistas, ideias e coleções, bem como o processo de apropriação, tradução e elisão de conhecimentos nativos por meio da construção do conhecimento científico sobre a Amazônia em uma perspectiva transnacional. Suas publicações recentes incluem a relação entre povos indígenas e museus, a circulação global de plantas, a história de jardins botânicos, a intertextualidade em obras científicas e a etnohistória de relatos de viagens.
Mestre e doutora em História pela PUC-Rio, com estágio na Tisch School of Arts da New York University e especialização em História da Arte e da Arquitetura pela Universidad Politécnica de Cataluña. É professora associada do Departamento de História e Teoria da Arte e do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRJ. Atua em ensino e pesquisa nas áreas da história, teoria e crítica da arte, com ênfase em arte moderna e contemporânea no Brasil e nas Américas. Integra o grupo de pesquisa do CNPq Geopolíticas institucionais: arte em disputa a partir do pós-guerra.
Curador e pesquisador, atua como Diretor Artístico do Instituto Tomie Ohtake e curador adjunto do Centre Pompidou, em Paris. Graduado em Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP), é mestre em História da Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP), foi assistente de curadoria da 29ª Bienal de São Paulo (2010) e fez parte da equipe de curadores do Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2011-2013). Foi curador adjunto da 34ª Bienal de São Paulo (2020/2021) e ganhador do Prêmio Jabuti em 2020.
Historiador formado pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) e mestre em filosofia pelo Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da mesma universidade. Atualmente é coordenador do Acervo Histórico da Discoteca Oneyda Alvarenga, do Centro Cultural São Paulo, atuando prioritariamente na área de gestão documental, com destaque para atividades relacionadas à curadoria, descrição e conservação de acervos.
Curadora-chefe do Museu de Arte Moderna do Rio e historiadora. Foi co-curadora das exposições Carolina Maria de Jesus: um Brasil para os brasileiros (2021-2023), Heitor dos Prazeres é meu nome (2023) e Lélia em nós: festas populares e amefricanidade (2024). Graduada em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Mestre em História Social da Cultura pela PUC-Rio, especialista em Fotografia como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais. Cursa o doutorado em História pela UFF.
Diretor do Museu do Estado de Pernambuco, trabalha há 25 anos na área de equipamentos museológicos, realizando projetos culturais como curadorias, exposições, seminários, e editais. Formação em Engenharia pela Universidade Católica de Pernambuco de Pernambuco, cursou Desenho Industrial e Comunicação Visual na Universidade Federal de Pernambuco, especialização em Produção e Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes.
Arquiteta e urbanista pela Universidade Federal do Ceará, com mestrado e doutorado pela FAU-USP e pós-doutorado na Unicamp. Atuou como Diretora de Cultura do IABsp (2020-2022) e foi co-curadora da 13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo – Travessias. Atualmente é professora de História da arquitetura da Escola da Cidade. Faz parte da equipe de curadoria do Instituto Tomie Ohtake.
Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001), mestrado em Sociologia e Antropologia pelo PPGSA/UFRJ (2004) e doutorado em Sociologia pelo mesmo programa (2008), com período sanduíche na Columbia University (EUA). Em 2019, concluiu pós-doutorado na Universitat de Barcelona (Espanha). Desde 2009, é docente da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, onde atua como professora do Departamento de Ciências Sociais e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFRRJ. Juntamente com Ligia Dabul (UFF) e Maria Lucia Bueno (UFJF), coordenou o Grupo de Trabalho de Sociologia da Arte (2011-2019) e o Comitê de Pesquisa em Sociologia da Arte (2020-2024) da Sociedade Brasileira de Sociologia. Nos biênios 2021-2022 e 2023-2024, foi membro da Comissão de Imagem e Som da ANPOCS. De 2015 a 2019, foi bolsista Jovem Cientista do Nosso Estado pela FAPERJ. É pesquisadora do CNPq e tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia da Cultura e Sociologia da Arte.
Mulher Preta da Periferia de Ouro Preto. Atriz, historiadora, é mestre e doutoranda em História (UFOP), com especialização em Cultura e Arte Barroca. Pesquisadora de Cultura Afro-brasileira e Africana, é Sócio Fundadora da Comissão Ouropretana de Folclore, Sócio Fundadora da AMIREI-Associação Amigos do Reinado, Sócio Fundadora do Coletivo OuTro Preto/Mina Du Veloso. Dançante do Grupo de Moçambique de N. Sra do Rosário e Santa Efigênia do Alto da Cruz e Madrinha de Bateria da ESASC.
Músico, compositor e especialista na recriação de instrumentos musicais tradicionais africanos. Criou e coordena o projeto Musikfabrik desde a década de 1990, ao retornar de período de trabalho artístico em Viena, Áustria com o seu grupo Vissungo, criado nos anos 1970. É doutor honoris causa pela UFRJ. Tem seu acervo pessoal preservado pelo Arquivo Nacional e é autor de referência em estudos sobre samba e musicalidades afro-brasileiras.
Professor de História na UFG, é doutor em História (UFJF) e mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural (UFPel). É líder do grupo de pesquisa CNPq LUPA – Lugares e Patrimônios e organizador da coleção Sobre Patrimônios (Ed. Letramento). Membro do ICOMOS, é Expert member – International Scientific Committee Shared Built Heritage (ISCSBH – ICOMOS), e membro dos Brazilian Scientific Committees “Cidades e Vilas” e “Mudanças Climáticas”.