Residência JUNTÓ
Estrutura da Residência
Imersão
Encontro com especialistas e/ou pensadores convidados, aprofundando temas presentes nas exposições.
Encontros Formativos e Criação
Acompanhamento formativo com continuidade das pesquisas individuais e intercâmbio com as concepções educativas do Instituto Tomie Ohtake.
Residência Ativa
Período de pesquisa e desenvolvimento de propostas educativas autorais, em diálogo com as exposições.
Mostra de Processos
Finalização e compartilhamento das propostas com o público; roda de conversa de encerramento e registro das experiências.
2ª EDIÇÃO
CONHEÇA OS RESIDENTES DA 2ª EDIÇÃO
Dariane Lima
Arte-educadora e pesquisadora entre as interseções entre arte, política, educação e direitos humanos, investigando diálogos entre Bell Hooks e Paulo Freire. Mestranda em Ciências Sociais pela Unifesp e bacharel em Ciências Sociais pela PUC-SP. Traz para a residência seu olhar para permanência e memória.
Nivea Matias
Educadora e pesquisadora com ênfase em territorialidade, raça e literatura, bacharel em Humanidades pela Unilab. Seu trabalho atravessa a oralidade fundamentada na filosofia iorubá e práticas de criação compartilhada.
Vitória Machado
Educadora e pesquisadora que nos convida a uma navegação afetiva, com experiências em projetos educativos, de mediação e de formação de públicos. Mestre em História da Arte pela Unifesp, especialista em Museologia, Cultura e Educação pela PUC-SP e bacharela e licenciada em História pela USP.
1ª EDIÇÃO
Ao longo de um mês, os residentes Bruna de Jesus Silva, Danilo S. Santana, Elidayana Alexandrino, se dedicaram coletivamente a construir pensamentos e práticas pedagógicas coletivamente, com ênfase na mostra ‘Teatro Experimental do Negro nas fotografias de José Medeiros’.
CONHEÇA OS RESIDENTES DA 1ª EDIÇÃO
Bruna de Jesus Silva
Pesquisa filosofias africanas e afro-brasileiras. Há mais de dez anos trabalha nas áreas de educação e mediação em instituições de arte, como no MIS, unidades do SESC SP e em edições da Bienal de São Paulo.
Danilo S. Santana
Pedagogo e multiartista. Há 20 anos utiliza a palavra, a poesia e outras linguagens artísticas para refletir sobre o corpo e seu entorno. Tem como base as manifestações tradicionais afro-brasileiras e os saberes populares.
Elidayana Alexandrino
Pesquisa filosofias africanas e afro-brasileiras. Há mais de dez anos trabalha nas áreas de educação e mediação em instituições de arte, como no MIS, unidades do SESC SP e em edições da Bienal de São Paulo.
GALERIA DE IMAGENS
Programação pública
SAIBA MAIS
Sobre o programa Experiências Negras
Desde 2018, o Instituto Tomie Ohtake tem sido um espaço para construção de um projeto de impacto transformador, o 'Experiências Negras'.
Esta iniciativa, criada pelas ex-educadoras Jordana Braz e Luciara Ribeiro, dedica-se à promoção da diversidade e à luta contra o racismo. Com um compromisso inequívoco com a educação antirracista, seu objetivo central é discutir a presença e o fazer das pessoas negras dentro das instituições de arte.
As atividades desenvolvidas pelo Experiências Negras iniciaram-se no ambiente virtual, com lives, palestras e publicações que abrangeram uma variedade de temas: a presença de educadores negros, a arte contemporânea e os programas educativos.
Ao longo das últimas seis edições, cada iniciativa é cuidadosamente planejada para estimular reflexões profundas, incentivar a expressão criativa e promover ações concretas em prol da equidade e justiça racial.
Nossa missão é construir pontes entre as comunidades negras e as instituições culturais, ampliando os espaços de representação e protagonismo e promovendo uma mudança significativa nas estruturas e práticas institucionais.
Acreditamos que somente através do reconhecimento e valorização da diversidade é possível construir um futuro mais justo e inclusivo para todos.
Educação e diversidade no Instituto Tomie Ohtake
Para construir um ambiente cultural verdadeiramente acolhedor e representativo, em 2024, o Instituto Tomie Ohtake cria o setor Educação e Diversidade. Uma resposta às demandas urgentes por representatividade e inclusão nas esferas culturais.
Reconhecemos o desafio de abordar questões relacionadas à raça e à acessibilidade e, sobretudo, a importância vital de reconstruir narrativas e espaços que, historicamente, marginalizaram vozes.
O Instituto compromete-se a promover uma cultura inclusiva e diversa em nossas atividades e programas, que têm se construído com cuidado e responsabilidade.
Imagens: Inspiração 6