Residência JUNTÓ

Residência JUNTÓ
Residência JUNTÓ

A JUNTÓ – Residência para Arte-Educadores propõe um espaço de pesquisa e criação voltado às práticas antirracistas e interseccionais da arte educação.

Ao longo do período de residência, os participantes passarão por uma imersão na qual vivenciam encontros formativos com a equipe educativa e com educadores e artistas convidados. A pesquisa dos residentes se desdobra em ações educativas para os diferentes públicos da instituição nas exposições em cartaz.

Para nós, a residência é uma possibilidade de encontro com diferentes práticas de mediação e de perspectivas de arte educadores.

A JUNTÓ é um espaço construído por meio do programa Experiências Negras para criação e desenvolvimento de propostas educativas afrorreferenciadas.

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2ª EDIÇÃO

A residência acontece de 25 de novembro de 2025 a 25 de janeiro de 2026, tendo como foco as seguintes exposições:

• A terra, o fogo, a água e os ventos – Por um Museu da Errância com Édouard Glissant

• Sonia Gomes – Barroco mesmo

Estrutura da Residência
Imersão

Encontro com especialistas e/ou pensadores convidados, aprofundando temas presentes nas exposições.

Encontros Formativos e Criação

Acompanhamento formativo com continuidade das pesquisas individuais e intercâmbio com as concepções educativas do Instituto Tomie Ohtake.

Residência Ativa

Período de pesquisa e desenvolvimento de propostas educativas autorais, em diálogo com as exposições.

Mostra de Processos

Finalização e compartilhamento das propostas com o público; roda de conversa de encerramento e registro das experiências.

2ª EDIÇÃO
CONHEÇA OS RESIDENTES DA 2ª EDIÇÃO
Dariane Lima

Arte-educadora e pesquisadora entre as interseções entre arte, política, educação e direitos humanos, investigando diálogos entre Bell Hooks e Paulo Freire. Mestranda em Ciências Sociais pela Unifesp e bacharel em Ciências Sociais pela PUC-SP. Traz para a residência seu olhar para permanência e memória.

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Nivea Matias

Educadora e pesquisadora com ênfase em territorialidade, raça e literatura, bacharel em Humanidades pela Unilab. Seu trabalho atravessa a oralidade fundamentada na filosofia iorubá e práticas de criação compartilhada.

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Vitória Machado

Educadora e pesquisadora que nos convida a uma navegação afetiva, com experiências em projetos educativos, de mediação e de formação de públicos. Mestre em História da Arte pela Unifesp, especialista em Museologia, Cultura e Educação pela PUC-SP e bacharela e licenciada em História pela USP.

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SAIBA MAIS
Sobre o programa Experiências Negras

Desde 2018, o Instituto Tomie Ohtake tem sido um espaço para construção de um projeto de impacto transformador, o ‘Experiências Negras’.

Esta iniciativa, criada pelas ex-educadoras Jordana Braz e Luciara Ribeiro, dedica-se à promoção da diversidade e à luta contra o racismo. Com um compromisso inequívoco com a educação antirracista, seu objetivo central é discutir a presença e o fazer das pessoas negras dentro das instituições de arte.

As atividades desenvolvidas pelo Experiências Negras iniciaram-se no ambiente virtual, com lives, palestras e publicações que abrangeram uma variedade de temas: a presença de educadores negros, a arte contemporânea e os programas educativos.

Ao longo das últimas seis edições, cada iniciativa é cuidadosamente planejada para estimular reflexões profundas, incentivar a expressão criativa e promover ações concretas em prol da equidade e justiça racial.

Nossa missão é construir pontes entre as comunidades negras e as instituições culturais, ampliando os espaços de representação e protagonismo e promovendo uma mudança significativa nas estruturas e práticas institucionais.

Acreditamos que somente através do reconhecimento e valorização da diversidade é possível construir um futuro mais justo e inclusivo para todos.

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Educação e diversidade no Instituto Tomie Ohtake

Para construir um ambiente cultural verdadeiramente acolhedor e representativo, em 2024, o Instituto Tomie Ohtake cria o setor Educação e Diversidade. Uma resposta às demandas urgentes por representatividade e inclusão nas esferas culturais.

Reconhecemos o desafio de abordar questões relacionadas à raça e à acessibilidade e, sobretudo, a importância vital de reconstruir narrativas e espaços que, historicamente, marginalizaram vozes.

O Instituto compromete-se a promover uma cultura inclusiva e diversa em nossas atividades e programas, que têm se construído com cuidado e responsabilidade.

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Imagens: Inspiração 6
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