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Programação

Diálogos DEF: Arte e acessibilidade

Programa público

11 de julho de 2026

SÁBADO
Hall do Instituto Tomie Ohtake
Entrada livre e gratuita

Futura

PROGRAMAÇÃO PÚBLICA

Palestras conduzidas por artistas com deficiência no Instituto Tomie Ohtake

Realização de encontros públicos vinculados à programação expositiva. A cada novo ciclo expositivo, será convidado um artista com deficiência para conduzir um diálogo com a temática da exposição e estabeleça conexões poéticas, conceituais ou críticas com as obras e artistas apresentados.

A entrada é livre, sem inscrição prévia.

Confira a programação:

PROGRAMAÇÃO FUTURA
Conversa com Jeff Barbato

11.JUL | 15h

Jeff Barbato é a pessoa convidada para este ciclo do Diálogos DEF,  dialogando com a exposição Viva Viva Escola Viva, apresentada pelo Instituto Tomie Ohtake.

Artista visual, designer, educadore e produtore cultural, Jeff tem se dedicado ao estudo da iconografia da fissura labiopalatina nas artes visuais e expandindo para outras percepções de fissuras sociais, partindo da interpretação do modelo de construção social ocidental como deficiente e não do sujeito.

É mestrande em Estudos da Condição Humana pela UFScar Sorocaba (PPGECH), e bacharel em Artes Visuais com a pesquisa “Ensaio para uma fissura: da superfície à profundidade, uma poética’’ pela Faculdade de Arquitetura, Artes, Comunicação e Design (FAAC) da Universidade Estadual Paulista (UNESP) Bauru, atuando como docente de Design Gráfico  no Senac São José dos Campos.

PROGRAMAÇÃO PASSADA
Conversa com Luiza Sigulem

16.MAI | 15h30

Luiza Sigulem é a primeira artista convidada para o ciclo de palestras,  dialogando com a exposição Etcétera de Isay Weinfeld apresentada pelo Instituto Tomie Ohtake.

O trabalho de Sigulem é profundamente alicerçado na Teoria Crip (do inglês cripple, termo reapropriado politicamente pelos movimentos de pessoas com deficiência). A teoria desafia a obrigatoriedade da “cura” ou da “correção” do corpo para se adequar ao mundo. Em vez disso, propõe que o mundo deve ser flexível o suficiente para abrigar a diversidade humana.

A artista Luiza Sigulem inaugurou em 2026 sua segunda exposição individual, Manual para percorrer a menor distância de um ponto a outro, no Ateliê 397, em São Paulo. A mostra, com curadoria de Juliana Caffé, tensiona a relação entre corpo, arquitetura e o tempo, propondo o deslocamento como uma operação de ajuste e reflexão crítica. 

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