Programação
Programação
Quando o museu é rio
ENTRADA GRATUITA
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE
Curadoria de Ana Roman, Sabrina Fontenele e Vânia Leal
Ministério da Cultura, Nubank e o Instituto Tomie Ohtake, em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi, Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e apoio do Laboratório Internacional Mundos em Transição, CNRS/USP apresentam a exposição Quando o museu é rio.
A mostra coletiva parte das reflexões desenvolvidas no projeto Um rio não existe sozinho, realizado em 2025 no Parque Zoobotânico do Museu Goeldi, em Belém, e propõe uma investigação sobre o papel contemporâneo das instituições dedicadas à memória, à ciência e à produção de conhecimento sobre a Amazônia.
A exposição reúne artistas convidados e acervos científicos, arqueológicos, etnográficos e biológicos do Museu Goeldi em uma proposta que articula arte contemporânea, ciência e saberes ancestrais. Participam da mostra Déba Tacana, Elaine Arruda, Estúdio Flume, Francelino Mesquita, Gustavo Caboco, Mari Nagem, Noara Quintana, Paula Giordano, PV Dias, Rafael Segatto Barboza da Silva e Sallisa Rosa.
Superintendente artística do Instituto Tomie Ohtake. É mestre em Geografia pela FFLCH-USP, Pós-Graduação em Estudos Brasileiros pela FESP/SP e é doutoranda da FAU-USP. Foi curadora assistente da 34a Bienal de Arte de São Paulo (2021), membro do Comitê de Indicação do Prêmio PIPA 2022 e 2024 e curadora do Pivô entre 2022 e 2023. Atualmente é coordenadora de conteúdo do grupo de pesquisa Academia de Curadoria, contribui regularmente para a plataforma Piscina.
Curadora do Instituto Tomie Ohtake e da Casa-ateliê Tomie Ohtake. Arquiteta e urbanista pela Universidade Federal do Ceará, com mestrado e doutorado pela FAUUSP. Finalizou em 2019 sua pesquisa de pós-doutorado no IFCH-Unicamp sobre habitação, gênero e modernidade com apoio da Fapesp. Autora dos livros “Modos de morar nos apartamentos modernos: rastros de modernidade”, “Edifícios modernos e o traçado urbano no Centro de São Paulo” e do livro infantil “Jacaré Fujão no Triângulo”. Foi co-curadora da 13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo – Travessias. Atualmente é coordenadora pedagógica e professora de História da Arquitetura da Escola da Cidade.
Curadora, pesquisadora e mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura. Com atuação destacada na região Norte do Brasil, Leal participou de importantes júris, salões, projetos curatoriais e ações formativas, tendo sido curadora educacional do Projeto Arte Pará por 17 anos e curadora de mapeamento da região Norte no Rumos Itaú.
Sua trajetória inclui curadorias em instituições e projetos como Museu Vale, Banco da Amazônia, Centro Cultural São Paulo, Instituto Inclusartiz, Instituto Tomie Ohtake e Bienal das Amazônias. Atualmente, vive e trabalha em Belém.
Nelson Sanjad dedica-se à história social das ciências na região amazônica. É tecnologista sênior do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e professor dos programas de pós-graduação em Diversidade Sociocultural, no MPEG, e em História, na Universidade Federal do Pará (UFPA). Seu projeto de pesquisa atual aborda a construção do conhecimento científico sobre a Amazônia a partir de uma perspectiva transnacional. Interessa-se pela circulação de naturalistas/cientistas, ideias e coleções reunidas na Amazônia, bem como pelos processos de apropriação, de tradução e de elisão do saber indígena.
Designer e pesquisadora paraense, é doutora em Design pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), professora da Universidade Federal do Pará (UFPA) e chefe do Serviço de Comunicação do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG). Cofundadora da Rede Design & Opressão, atua em projetos que conectam design participativo, educação popular e práticas decoloniais junto a comunidades urbanas e rurais. Integra também o Instituto Letras que Flutuam, voltado à difusão das estéticas gráficas ribeirinhas amazônicas.
Nascida e criada entre ervas e encantados amazônicos, é atualmente coordenadora de Comunicação e Extensão do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e professora no curso de Museologia e na pós-graduação em Ciências do Patrimônio Cultural da Universidade Federal do Pará (UFPA),. Atua em pesquisas sobre patrimônio natural e museus, com enfoque na crise climática, na descolonização e nas especificidades da região amazônica.
Quando o museu é rio é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), e do Instituto Tomie Ohtake, em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi. A mostra conta com o patrocínio do Nubank, mantenedor institucional do Instituto Tomie Ohtake; da AkzoNobel, na cota Ouro; do Aché Laboratórios Farmacêuticos, na cota Prata e apoio da Tintas Coral.