Curso: Ética e estética das culturas populares brasileiras
Edimilson de Almeida Pereira
Programa público
ÀS SEXTAS, 19H—20H30
CURSO ON-LINE
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 18 ANOS
Passada
‘Ética e estética das culturas populares brasileiras’ com Edimilson de Almeida Pereira
O que as benzeções, os ritos fúnebres, o Reinado de Nossa Senhora do Rosário e as narrativas orais revelam sobre as formas de viver, sentir e criar no Brasil? Este curso investiga as culturas populares brasileiras a partir do conceito de “mundo encaixado”, um modelo cultural enraizado em comunidades tradicionais de áreas rurais do país.
Ao longo dos encontros, exploraremos como essas práticas culturais expressam visões de mundo, modos de organização social e relações com o sagrado. Além disso, analisaremos as diversas representações estéticas dessas práticas, na pintura e na escultura, tanto por artistas das próprias comunidades quanto por criadores externos que se inspiram nesses universos simbólicos.
Este curso é um convite para quem deseja compreender a riqueza e a complexidade das culturas populares brasileiras, refletindo sobre suas manifestações artísticas e seus sentidos profundos no presente.
SEXTA | 9.MAI 2025
Como as culturas populares estruturam seus saberes e modos de vida? Neste encontro, exploraremos a teoria do “mundo encaixado”, um modelo cultural enraizado em comunidades tradicionais, e suas transformações e desafios diante da contemporaneidade.
SEXTA | 23.MAI 2025
Muitas comunidades aprendem e transmitem valores através da celebração. Vamos investigar como festas populares — como o Reinado de Nossa Senhora do Rosário — funcionam como espaços de educação coletiva, resistência e preservação da memória.
SEXTA | 30.MAI 2025
A espiritualidade popular se manifesta por meio de histórias que orientam a vida e os rituais das comunidades. Neste encontro, analisaremos narrativas orais, como rezas e relatos de fé, e sua relação com a ética e a estética do sagrado.
SEXTA | 13.JUN 2025
A musicalidade e a oralidade desempenham um papel central nas culturas populares. Vamos mergulhar nos cantopoemas, manifestações poéticas cantadas, e entender como esses registros sonoros e líricos moldam identidades e relações com o divino.
Poeta, ensaísta, ficcionista, professor e pesquisador da cultura e da religiosidade afro-brasileiras, é autor, entre outros, dos livros Assim se benze em Minas Gerais: um estudo sobre a cura através da palavra (2018), Os tambores estão frios: herança cultural e sincretismo religioso no ritual de Candombe (2005), O ausente (2021), Front (2021), Um corpo à deriva (2021), O som vertebrado (2022), Melro (2022) e A morte também aprecia o jazz (2023).
Poeta, ensaísta, ficcionista, professor e pesquisador da cultura e da religiosidade afro-brasileiras, é autor, entre outros, dos livros Assim se benze em Minas Gerais: um estudo sobre a cura através da palavra (2018), Os tambores estão frios: herança cultural e sincretismo religioso no ritual de Candombe (2005), O ausente (2021), Front (2021), Um corpo à deriva (2021), O som vertebrado (2022), Melro (2022) e A morte também aprecia o jazz (2023).
Neves Torres. Sem título, 2013. Óleo sobre tela. 50 x 70 cm. Coleção Galeria Estação. Foto: Rodrigo Casagrande.
Neves Torres. Sem título, 2013. Óleo sobre tela. 50 x 70 cm. Coleção Galeria Estação. Foto: Rodrigo Casagrande.