Curso: Curadoria, representação e política
Moacir dos Anjos
Programa público
ÀS SEGUNDAS, 19H—20H30
CURSO ON-LINE
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 18 ANOS
Passada
‘Curadoria, representação e política’ com Moacir dos Anjos
O curso busca situar as práticas curatoriais como práticas intrinsecamente políticas. Práticas que implicam, necessariamente, incluir e excluir aspectos da realidade para representá-la, dando visibilidade a algumas questões e gentes do mundo e deixando outras à parte. Práticas que requerem, de curadoras e curadores, a participação ativa em ambientes de disputa sobre o que importa e o que não importa socialmente para ser tomado como equivalente sensível da realidade.
Neste curso, a associação do trabalho curatorial com a política será abordada menos em relação às temáticas das exposições, e mais ao fato de as curadorias poderem ser entendidas como práticas de representação do mundo. Dividido em 4 sessões, o curso abordará aspectos teóricos do tema e os discutirá à luz de exposições realizadas.
SEGUNDA | 7.ABR 2025
O que é representação? A representação partida e a representação das partes. Curadoria e política. Curadoria como lugar de disputa.
SEGUNDA | 14.ABR 2025
O global e o local. Curadoria “menor” como estratégia de afirmação de diferenças e de resistência à uniformização de modos de pensar. Curadoria e sotaque.
SEGUNDA | 28.ABR 2025
Curadoria e história. A responsabilidade da curadoria. Estratégias curatoriais para lembrar do passado e para imaginar o futuro. Curadoria e decolonização.
SEGUNDA | 5.MAI 2025
Formas de representar o outro. Curadoria e ética. Curadoria compartilhada. O que pode e o que não pode a curadoria.
Coordenador-Geral do Museu do Homem do Nordeste, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Foi curador da 29ª Bienal de São Paulo (2010) e das exposições Cães sem Plumas (MAMAM, Recife, 2014), A Queda do Céu (Paço das Artes, São Paulo, 2015), Emergência (Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro, 2017), Quem não luta tá morto (Museu de Arte do Rio, 2018), Raça, classe e distribuição de corpos (2018), Educação pela pedra (2019), Necrobrasiliana (2022) – as três últimas na Fundação Joaquim Nabuco –, Língua Solta (Museu da Língua Portuguesa, São Paulo, 2021), Negros na Piscina (Pinacoteca do Ceará, Fortaleza, 2022) – as duas últimas com Fabiana Moraes –, Mutirão. MCP | Movimento de Cultura Popular 1960-1964, (Fundação Joaquim Nabuco, 2024) e Arte Subdesenvolvida (Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, 2024). É autor dos livros Local/Global. Arte em Trânsito (Zahar, 2005), Arte Bra Crítica (Automática/Martins Fontes, 2010), Contraditório. Arte, Globalização e Pertencimento (Cobogó, 2017) e Ataque à Indiferença. Ensaios sobre arte e política (Cobogó, 2024, no prelo).
Coordenador-Geral do Museu do Homem do Nordeste, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Foi curador da 29ª Bienal de São Paulo (2010) e das exposições Cães sem Plumas (MAMAM, Recife, 2014), A Queda do Céu (Paço das Artes, São Paulo, 2015), Emergência (Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro, 2017), Quem não luta tá morto (Museu de Arte do Rio, 2018), Raça, classe e distribuição de corpos (2018), Educação pela pedra (2019), Necrobrasiliana (2022) – as três últimas na Fundação Joaquim Nabuco –, Língua Solta (Museu da Língua Portuguesa, São Paulo, 2021), Negros na Piscina (Pinacoteca do Ceará, Fortaleza, 2022) – as duas últimas com Fabiana Moraes –, Mutirão. MCP | Movimento de Cultura Popular 1960-1964, (Fundação Joaquim Nabuco, 2024) e Arte Subdesenvolvida (Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, 2024). É autor dos livros Local/Global. Arte em Trânsito (Zahar, 2005), Arte Bra Crítica (Automática/Martins Fontes, 2010), Contraditório. Arte, Globalização e Pertencimento (Cobogó, 2017) e Ataque à Indiferença. Ensaios sobre arte e política (Cobogó, 2024, no prelo).
Cabrel Escritório de Imagem
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